segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Silêncio

Não é que tenha deixado o blog ao abandono...é que simplesmente não há nada de especial para contar. Está tudo bem...as coisas correm bem...a saúde vai boa...o emprego com ordenados em atraso é que não, mas nem sequer entro por aí, porque dá-me assim um bocadinho de comichão no céu da boca, que me faz querer partir a cara a alguém...

Beijinhos, abraços e outras manifestações de afecto.

domingo, 18 de Outubro de 2009

Situações

Estava aqui a pensar...

Sabem aquelas situações em que alguém diz alguma coisa, e nós acreditamos porque pensamos que é mesmo verdade, e que essa é a vontade da outra pessoa, e a cena continua a desenrolar-se na boa como se fosse mesmo acontecer, e assim dura uns tempinhos, e vai na volta chega ao fim e depois "ah e tal tava a brincar" e só nos apetece mandar essa pessoa ir gozar com o c****** que a f***, que é para não nos ter feito figura de parvo durante nao sei quanto tempo, arriscando muita coisa por causa duma parvoice só porque estava para ali virada, unicamente porque deve ter falta de atenção ou outra merda qualquer, e nós é que somos parvinhos por ainda tentarmos aliviar a cena, para que toda a gente fique bem? Sabem?

Pois...

E não,não tem nada a ver com a minha relação...

Mas a vontade de a mandar para um certo sítio cresce cada vez mais...

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Bom...

Vamos lá por partes:

Já me convenceram a não fechar o blog nem a apagar as coisas. Pois bem, continua-se com este e continua-se a falar de outras coisas.

Quanto ao meu comentário a quem criticou...não generalizei essas pessoas. Uma coisa é criticar com o objectivo de ajudar, e sempre agradeci isso. Outra, é criticar com o objectivo de deitar abaixo, desmoralizar, criticas depreciativas e completamente parvas e fora do contexto. Essas pessoas que as fizeram, é que estão incluidas no "pacote" para onde as mandei, continuo a dizer: dediquem-se à pesca. Quanto ao resto, e espero sinceramente que saibam quem são, agradeço a ajuda.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Ideia

Até estive a pensar noutra solução, que não fechar este blog.

O nome pode manter-se...os posts vão todos à vida, e começo de novo...mas não será uma história triste, nem afins. Será...o que 99% de vocês têm. Portanto, serei mais um a contar os pensamentos, com piadas daquelas que deixa o pessoal a olhar para nós como que um coelho encandeado pelos faróis de um carro em alta velocidade na direcção dele.

Que dizem...?

Final feliz

É assim que esta história acaba. Com um final feliz. Afinal, é assim que deve ser.
Muita coisa aconteceu desde a última vez que escrevi. Mas quis ir com calma, e a interiorizar tudo antes de falar o que quer que seja.

Resumindo:
Ela chateou-se com o outro, acabaram, e nesse próprio dia, voltou para mim. Afinal, a conversa de que gostava mesmo de mim, era verdade. Andámos "escondidos" durante alguns dias, e há cerca de uma semana, tive um pedido de namoro dela. Aceitei de imediato, e as alianças já cá moram nos nossos dedos novamente.

Já muita conversa se fez, e já muitos coisas ficaram esclarecidas.
Está tudo a correr bem, e prevejo uma relação mais estável do que era antes.

Esperemos que sim.

Portanto...o blog deixa mesmo de fazer sentido. Acho que o irei manter aberto durante alguns dias, para depois o fechar. Só mesmo para se manterem a par do que aconteceu.

Para finalizar, quero agradecer a quem me apoiou nestes meses, quem me deu força, quem me aturou e que me aconselhou. Do fundo do coração, obrigado. Ajudou bastante.

Para quem andou a criticar, a falar mal, e a gozar com a minha cara, uma simples frase:

Puta que vos pariu.

Até um dia

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Ah e tal

Ah e tal não! Ah e tal não! Porque depois vens com a conversa de "Ah e coiso!" e eu tenho de te responder "Coiso?? Coiso? Mas 'tás parva?"
E depois dizes tu "Coiso e tal, mas bem vistas as coisas, ah e tal até parece bem"
Ao que eu respondo "Ah bom, porque se ah e tal não fosse bem, teria de começar com o coiso e tal!"
"Coiso e tal?" perguntas tu!
"Ah pois, mete medo não mete?"
"Ah e tal...não"

Pronto...

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Update

Se há novidades? Há.
Se vale a pena contar? Nem por isso.
Se tenho vontade de contar? Muito menos.
Se continua tudo na mesma? Completamente.

terça-feira, 22 de Setembro de 2009

What if



What if there was no light?
Nothin' wrong, nothin' right
What if there was no time
And no reason or rhyme?

What if you should decide
That you don't want me there by your side
That you don't want me there in your life?

What if I got it wrong?
And no poem or song
Could put right what I got wrong
Or make you feel I belong

What if you should decide
That you don't want me there by your side
That you don't want me there in your life?

Ooh, that's right
Let's take a breath, jump over the side
Ooh, that's right
How can you know it if you don't even try?
Ooh, that's right

Every step that you take
Could be your biggest mistake
It could bend or it could break
But that's the risk that you take

What if you should decide
That you don't want me there in your life
That you don't want me there by your side?

Ooh, that's right
Let's take a breath, jump over the side
Ooh, that's right
How can you know it when you don't even try?
Ooh, that's right

Ooh, that's right
Let's take a breath, jump over the side
Ooh, that's right
You know that darkness always turns into light
Ooh, that's right

Gostar

Por motivos vários, estive sem o telemóvel um par de horas. Quando finalmente peguei nele, tinha várias chamadas tuas...e uma mensagem que dizia: Quando puderes, liga-me.

Pensando que alguma coisa teria acontecido, liguei de imediato. A conversa começou calmamente, sem grandes novidades. Coisas básicas, coisas do dia-a-dia. Até que numa altura, dizes assim:

"Bem...mas eu liguei-te para te dizer uma coisa..."

Ok...podes dizer...

"Queria só dizer-te que gosto muito de ti..."

Ainda bem. Eu também gosto muito de ti, somos bons amigos.

"Não percebeste...eu gosto mesmo muito de ti..."

Aqui calei-me... Tentei perceber o que quererias dizer com isso. Em poucos segundos, várias coisas me passaram pela cabeça. Não consegui perceber e perguntei:

Mas gostas como...?

"Então...gosto!"

Mas...daquele gostar, mesmo gostar??

"Sim..."

Ok, nesse momento dei um sorriso como já não tinha há muito tempo. Por dentro, todo eu tremia de felicidade por ouvir aquilo que ando há meses para ouvir. Novamente, fiquei sem palavras, e calei-me durante uns segundos. Até que voltaste a falar:

"Só quero que nunca te esqueças disso, que gosto muito de ti."

Aproveitei esta para te dizer: Eu tento não esquecer, mas há alturas em que parece que nem te lembras de mim, quanto mais gostar. Eu não me quero esquecer disso, mas ás vezes sinto que não gostas

"Eu sei, mas por favor...não te esqueças nunca disso. És muito importante para mim e eu gosto mesmo muito de ti."

Ok...é tão bom ouvir isso. E sabes bem que eu também gosto muito de ti. Sabes que só quero o melhor para ti.

"Eu também quero o melhor para ti. Mas eu volto a repetir: não te esqueças disso...eu não sei como vai ser a minha vida daqui para a frente, mas só quero que saibas isso"

Tinha na ponta da lingua resposta para isso, mas rapidamente mudaste de assunto e não tive oportunidade de a dizer. Mudaste de assunto para me dizeres que estás com febre. E que não tarda, ias sair com ele. Má ideia. Aconselhei-te a ficares em casa, a tratares de ti. A não ires para o frio. Dizes-me que não queres ficar em casa, mas que também não tens vontade de ir com ele. Então, ofereci-me para te ir buscar e irmos para minha casa. Recusaste, porque ele já estava a caminho para te ir buscar.

Despedimo-nos e pronto...
Fiquei contente por saber que ainda gostas de mim. Mas fiquei confuso, porque se gostas de mim, então fica aqui comigo. No entanto, continuas a estar com ele. Eu se calhar até percebo onde queres chegar, até porque a relação com ele não está a ficar muito boa...mas se calhar, com o tempo é que saberei a certeza. Com o tempo, é que irei ver o quão importante sou eu para ti, e se gostas assim tanto de mim.

Até ver...

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

De volta...

...à vida real...

terça-feira, 15 de Setembro de 2009

See you soon...



So you lost your trust
And you never should have
No,you never should have
But don't break your back
If you ever hear this
But don't answer that
In a bullet proof vest
With the windows all closed
I'll be doing my best
I'll see you soon
In a telescope lens
And when all you want is friends
I'll see you soon

So they came for you
They came snapping at your heels
They come snapping at your heels
But don't break your back
If you ever say this
But don't answer that

In a bullet proof vest
With the windows all closed
I'll be doing my best
I'll see you soon

In a telescope lens
And when all you want is friends
I'll see you soon
And oh,

And oh, you lost your trust
And oh, you lost your trust
No, don't lose your trust
No, you lost your trust

Apologize

...
You tell me that you need me
Then you go and cut me down, but wait
You tell me that you're sorry
Didn't think i'd turn around and say
That it's too late to apologize, it's too late
...

Tic Tac

Hoje é um mau dia. Não faço ideia porquê, mas é...Estou sem paciência para nada. Não consigo ouvir 2 palavras, que fico irritado. Controlo-me mas não sei por quanto tempo. Sinto-me a rebentar, sinto-me a quebrar. Já quase que não tenho forças para aguentar esta postura. Já não sei onde a vou encontrar. Não consigo manter-me calmo, estou sempre stressado. Não páro quieto. Correm-me pensamentos de sair daqui para fora e não dizer nada a ninguém. Mas falta-me essa coragem. Correm-me pensamentos de iniciar a minha vida longe daqui, mas não quero deixar para trás os que gostam de mim.

E estas saudades por ti que não há maneira de passar. Tenho raiva disso...

Não falta muito para rebentar.
E o tempo não pára...

Férias

A partir de amanhã, não vou estar por cá. As férias chamam-me, e são daqui para fora!

Portanto...até domingo...

Beijinhos, abraços e outras manifestações de afecto!

Rapidamente

Adivinhem quem foi viver com quem...

...

Pois...

:(

Que merda de saudades...

domingo, 13 de Setembro de 2009

Saudades

Hoje, em conversa com a minha sobrinha ao telefone, e após muitas brincadeiras e muitas piadas, ela pergunta-me por ti. Passei de um sorriso fenomenal, para um vazio autêntico. Congelei...naquele momento, tudo me parou. Não consegui reagir. Como não respondi, ela voltou a fazer a mesma pergunta. Demorei uns segundos, respirei fundo, e com uma voz trémula, respondi-lhe. Inventei uma coisa qualquer. Obviamente não lhe ia explicar, ela não ia entender. Ela não iria perceber que a tia não vai voltar mais. Mas logo de seguida, pergunta-me quando é que vais ter com ela para brincarem juntas. Lembro-me de rapidamente pensar:

"Meu Deus, não me faças isto, por favor...não me ponhas nesta situação...não me obrigues a dizer a verdade à pessoa que mais adoro neste mundo, ela não vai entender, e vai começar a chorar e não me perdoarei por isso..."

Voltei a inventar qualquer coisa...e mudei rapidamente de assunto. Após ter desligado o telefone, quebrei...sentei-me e chorei. Chorei porque até uma menina de 5 anos, sente saudades tuas. E isso fez-me perceber, que não é só a mim que fazes falta, e que por outro lado, não é só a mim que magoas. Porque não és tu que vais ter de a ver chorar, quando um dia lhe disser que a tia já não vai voltar, porque já não está com o tio.

E a última coisa que eu quero, é vê-la chorar...

Não quero mesmo...

Mudança de planos

Ia começar a escrever, sobre como me sinto enganado e usado por ti, e etc...até que pensei:

Caga nisso...não mereces tanta atenção da minha parte!

Ciao!!

sábado, 12 de Setembro de 2009

Noite

Esta noite, passei-a acompanhado. Acompanhado, mas por um objecto inanimado, e o seu conteúdo. Uma garrafa de Martini Bianco, umas pedras de gelo, e umas rodelas de limao fizeram-me passar a noite sossegado. Não, não bebi para esquecer, nem para chorar, nem para deprimir. Bebi, só porque sim. Nunca bebi sozinho, muito menos em casa. Foi a primeira vez que o fiz. Bebi, simplesmente porque me apetecia. Não fiz cenas, não entrei em desespero, nada. Simplesmente fiquei sentado, sempre calmo, a encher o copo sempre que o esvaziava. Foi a primeira vez que deitei uma garrafa abaixo, sozinho. Já o fiz várias vezes com amigos, mas desta vez...foi diferente. Foi por impulso, foi por curiosidade. Aproveitei o facto de estar sozinho, para estar mesmo sozinho. Sozinho nos meus pensamentos, sozinho por momentos, sozinho porque de facto estou sozinho. Não pensem que sou alcoolico, porque não sou. Bebo esporádicamente, em certas ocasiões. Aguento bem a bebida, mas não faço dela um vício. Muita gente, fica mais sociável, fica mais solta, fica mais divertida com o alcool a correr no sangue. Quanto a mim...as ideias fluem melhor, os pensamentos ficam mais claros, e fico com uma maior noção das coisas. E sim, esta noite foi produtiva em pensamentos. E em objectivos.

E o que é que isso interessa, perguntam vocês?

Nada...absolutamente nada...

Lost

...
Shit, that's only half if they like you
That ain't even the half what they might do
...

Entendes...? Ou é preciso fazer-te um desenho?

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

A fechar...

Em breve, tenciono fechar este espaço. A sensação de que esta história está a chegar ao fim, com o desfecho que eu não contava, toma conta de mim. Não consigo deixar de sentir que não falta muito para colocar um ponto final nisto tudo, e cortar de vez com o que me faz mal.

No entanto, não pretendo perder o contacto com todos vocês, quem comenta, e quem me lê. No final de contas, foram vocês que me aturaram estes meses todos, e isso, não tem preço nem saberei como pagar.

Como tal...e caso queiram, enviem-me um email, só para ficar com os vossos contactos. Se quiserem manter-se anónimos por email, tudo bem. Senão, transmitam-me o vosso MSN, etc...

Um bem haja para todos.

I'm Still Here...

she told me over the phone
she wanted to see other people
i thought, "well then, look around, they're everywhere"
said that she was confused...
i thought, "darling, join the club"
24 years old, mid-life crisis
nowadays hits you when you're young
i hung up, she called back, i hung up again
the process had already started
at least it happened quick
i swear, i died inside that night
my friend, he called
i didn't mention a thing
the last thing he said was, "be sound"
sound...
i contemplated an awful thing, i hate to admit
i just thought those would be such appropriate last words
but i'm still here
and small
so small.. how could this struggle seem so big?
so big...
while the palms in the breeze still blow green
and the waves in the sea still absolute blue
but the horror
every single thing i see is a reminder of her
never thought i'd curse the day i met her
and since she's gone and wouldn't hear
who would care? what good would that do?
but i'm still here
so i imagine in a month...or 12
i'l be somewhere having a drink
laughing at a stupid joke
or just another stupid thing
and i can see myself stopping short
drifting out of the present
sucked by the undertow and pulled out deep
and there i am, standing
wet grass and white headstones all in rows
and in the distance there's one, off on its own
so i stop, kneel
my new home...
and i picture a sober awakening, a re-entry into this little bar scene
sip my drink til the ice hits my lip
order another round
and that's it for now
sorry
never been too good at happy endings...

Life...

When you love someone but it goes to waste...could it be worse...?
Coldplay, Fix You

Esta frase, presente numa música conhecida dos Coldplay, encaixa perfeitamente no que sinto neste momento. Todo o amor que sinto por alguém, está a ser completamente desperdiçado. Toda a força que tenho em querer estar com alguém, está a ser gasta. Toda a vontade que tenho em viver para alguém, e viver de alguém, está a ser perdida. E tudo gasto em vão. De que vale sequer tentar amar alguém, se as probabilidades é de nem sequer sermos correspondidos? Ainda dentro das probabilidades, continua a ser muito baixa encontrarmos a nossa alma gémea. E ainda mais baixa é, termos essa alma gémea, e deixarmos fugir. Mais do que uma vez. E segundo as estatísticas, existem 7 mulheres para cada homem. Coincidência ou não, ela era a 7ª. Quer com isto dizer que vou ficar para tio? É bem possível, mas pelo menos vou ser um bom tio. Um tio que adora a sobrinha, que tem um bom coração, e que algures na vida, perdeu a esperança de encontrar um amor e ser feliz. Mas não quero ser conhecido pelo tio que vive sozinho, que não encontra ninguém, que ninguém quer. Não quero ser tio...quero ser pai. Quero amar um filho, quero protegê-lo. Quero segurá-lo nos meus braços, quero que se sinta seguro comigo por perto. Quero uma família...quero uma vida sossegada, numa casa bonita e modesta. Só quero um amor para o resto da vida. Não estou a pedir muito...

When you get what you want but not what you need.


E tenho dito...

quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Take my broken heart

Afinal...

...parece que a importância não é assim muita...

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Nozes e dentes...

Costumam ser dadas a quem não os tem....

Questão:

Tenho a certeza absoluta, que mais cedo ou mais tarde, vou estar contigo, e alguma coisa vai acontecer: abraças-me ou das-me um beijo, ou agarras-me, ou começas com flirts, ou pedes-me para dormir contigo.

E a minha dúvida entra aqui:

1- Olho-te de alto a baixo, faço de cara de surpreendido e pergunto "'Tás a gozar comigo?"
2- Olho para ti com cara séria, puxo-te para o sofá e digo "Vamos lá ter uma conversa a sério"
3- Olho para ti com um sorriso, e retribuo o que quer que tenhas feito
4- Baixo a cabeça, abano-a em sinal de reprovação, e saio porta fora sem te dizer nada
5- Pergunto "Então e o outro? Não te dá o que precisas?"
6- Aceitam-se sugestões...

Qual é a reacção a ter...?

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Here we go again...

Irrita-me a facilidade com que lidas com isto. Passares quase 2 dias depois de termos falado, e continuas sem dizer nada. Continuas a estar com ele, mesmo depois de todas as merdas que te fez ainda há dias. Mesmo depois de o teres criticado, insultado, ameaçado, mesmo depois de lhe teres dito que não o querias ver à frente. Continuas a dar-lhe oportunidades atrás de oportunidades. E eu...que só peço atenção, nem isso me dás.

Já deu para perceber qual foi a tua escolha...

E agora...que faço eu?

A conversa

Estava eu em casa...sossegado...quando me ligas. A tua voz forçada a fingir que está alegre, a dizeres olá de maneira divertida, não engana. Algumas perguntas depois, convidas-me para jantar. Como já jantei, recusei, mas que até posso ir ter contigo, para falarmos.

E assim fui...

Chegado a tua casa, nem te cumprimentei...dei-te um sorriso forçado, e entrei. Uma vez sentados, chegas-te ao pé de mim e perguntas-me se estou chateado contigo... Claro que estou chateado. Pela falta de respeito e de consideração que tiveste por mim. Na 5a deixaste-me à espera sem dizeres nada. Podias no mínimo ter enviado uma msg a avisar para não contar contigo, já que na véspera fizeste questão de me ligar tarde para ir dormir contigo. A tua resposta foi:

"Mas nós não tinhamos nada combinado"

Claro que não, mas se durante 1 mês e meio dormimos juntos, cria-se uma rotina nesse sentido e é normal que fique a tua espera para isso! Portanto, um aviso, nem era preciso dizeres o que ias fazer, só mesmo para eu não ficar feito parvo a tua espera. E mais: na 6a tínhamos combinado sair, e tua desmarcaste à última da hora! Novamente, a tua resposta foi:

"Não tinhamos combinado nada de especial, falámos só por alto"

Por alto ou não, estávamos apalavrados. Foi uma falta de respeito, organizei o dia de maneira a estar contigo. Cancelei coisas para podermos sair. Já chateada, dizes-me:

"'Tás a ver? É por isto que não quero nenhuma relação! Não quero andar a dar satisfações a ninguém, nem muito menos ter que me preocupar se devo alguma explicação!"

Eu não quero satisfações...quero mais respeito e consideração por mim! Mete-te no meu lugar!
Neste momento, o teu silêncio dizia tudo...tu sabias que tinha razão. Tu sabias que tinha razão para estar chateado. E então, começaste a contar o que se passou:

"Na 5a saí tarde do trabalho, entretanto fui jantar com ele e fomos não sei onde. Como estava frio, e estávamos perto da casa dele, fomos lá a casa buscar um casaco. E acabei por ficar lá...Mas não aconteceu nada."

Eu comecei-me a rir, olhei para ti e perguntei: Não aconteceu mesmo nada!?

"Não, não aconteceu nada. Dormimos na mesma cama, demos só uns beijinhos mas não houve mais nada. Ele quis mas inventei uma desculpa e não fizémos nada."

Então e aquela conversa toda de que não ia haver mais nada, de que ele podia esquecer, para não insistir, etc etc etc?

"A minha cabeça está confusa...eu estou confusa, não sei o que pensar. Estou numa fase que não sei o que quero. As coisas não me andam a correr bem e não consigo pensar como deve ser. Eu sei qual a decisão certa a tomar. Por muito que tudo aponte para ti, para meu namorado, para ficar contigo. Todas as razões me dizem que é contigo que devo ficar, que és quase a solução para isto tudo, tu és a pessoa ideal para mim, mas neste momento...não consigo ver-te mais do que um grande amigo. Eu quero tanto gostar de mim, amar-te novamente, mas não consigo. A paixão que sentia, já não a sinto. Gosto muito de ti, adoro-te, mas já tentei e não consigo sentir mais do que isso. E por ele...eu gosto dele! Andei só 1 mês com ele, mas foi um bocado intenso, ao ponto de querer ir viver com ele."

Ok...no meio disso tudo, só percebi qualquer coisa deste tipo: Sentes por ele, o que não sentes por mim. Realmente...as nozes são sempre dadas a quem não tem dentes. Enfim...perguntei-te se lhe contaste que estiveste comigo.

"Sim, contei que tenho estado contigo, que me davas boleia para o trabalho, etc, mas que não tinhamos nada. E também lhe disse que és muito importante para mim..."

Sou...?

"És...sabes bem que és, és muito importante na minha vida."

Depois disso, veio à conversa o facto de dormirmos juntos...

"Acho que deviamos parar de dormir juntos. Estou a ser egoísta ao fazer isso, e não é justo para ti, só te estou a magoar. Portanto, acho que devíamos parar com isso, porque não é correcto."

Bem...vamos lá ver uma coisa...se eu vinha dormir contigo, era porque eu queria. E não estava obrigado a nada, e sabia muito bem das condiçoes que me falaste. Sabia bem em que ponto estava esta espécie de relação, sabia que era só dormir. Portanto,não me estavas a magoar. Antes pelo contrário, dormir contigo mantinha-me sossegado, tranquilo. Portanto não inventes desculpas...dormir contigo não era um sacrificio. Era sim, um prazer.

"Sim, mas assim tu estás a pressionar-me"

Wow...calma lá...então eu ando há 1 mês e tal sem te dizer nada, a andar ao sabor da tua maré, a dar-te o tempo que pediste, a dar-te o espaço que pediste, para não te dizer nada, andei aqui caladinho e tu dizes que pressiono? Então o outro pressiona-te até à 5a casa e tu não dizes nada, e eu que estou aqui quietinho é que te pressiono??

"Não és tu, é o simples acto de dormires aqui comigo, que me pressiona. Além do mais, também tou farta de dizer a ele que está a pressionar, para parar com isso. Não gosto de pressões."

Mas pronto...ficou combinado não dormirmos mais juntos.

Em relação à paixão que supostamente "morreu"...falei-te que não é a só dar beijinhos em casa que isso se resolve. Porque mal saímos de casa, somos só amigos. E não acredito que a paixão tenha morrido. Adormecido, talvez...até porque nestes últimos meses, viveste algumas coisas intensas, pelo que é perfeitamente normal teres esquecido certas coisas. Portanto, se quisermos recuperar essa paixão, não é a namorar às escondidas que vai resultar.

Não sei onde esta história vai parar. Nem sei onde eu vou parar. Como uma amiga minha me disse, isto só deve parar quando me apaixonar por alguém. Quando conhecer alguém novo. É capaz...mas o problema, é conhecer alguém.

E por muito que gostes dele, ele acaba sempre por fazer merda. E tu acabas sempre por me dizeres que ele é isto e aquilo, e que nunca mais o queres ver. E no dia seguinte, lá estás tu novamente com ele. Tu não sabes o que queres. Isso é certo. E de certeza, que não sou eu que tu queres. Mas eu sei o que quero...

E como alguém disse...o importante são os momentos que tenho contigo. E a forma como os aproveitamos. E é disso que um dia nos vamos querer lembrar. Porque a vida é isso mesmo...momentos...

sábado, 5 de Setembro de 2009

Eu...

...estou tão triste e tão desiludido que nem tenho palavras...

Razões:

Reparei nestes últimos dias, que afinal, não tenho assim tanto valor para ti. Aos teus olhos, parece que não sou nada, não significo nada. Dizes que gostas de mim? Mentira! Não gostas de mim! Gostas da minha companhia, gostas de alguém ao teu lado para não estares sozinha! Gostas das boleias para o trabalho, gostas de jantares pagos e saídas todos os dias! Não gostas de mim...gostas é de ti, e de quem não te quer bem! Gostas de quem te trata mal e que te mente! Aturei muita coisa nestes últimos tempos, tive uma paciência indescritível que nunca pensei ter! Fiz tudo e esperei por ti, unicamente pelo amor que sinto por ti. Dei-te todo o espaço que pediste, todo o tempo que querias, respeitei todas as tuas decisões de não quereres uma relação, estive do teu lado sempre que precisaste, sempre que te faltava apoio. Acreditei em todas as tuas palavras, que gostavas de mim, que querias viver comigo, que querias filhos. Pediste-me para esperar até que resolvesses todos os teus problemas, até que arrumasses as ideias. E foi o que fiz. Garantiste-me que não querias saber dele e que não voltavas para ele. Repetiste isso até à exaustão. E eu sempre acredite. Agora vens dizer que estás confusa? Poupa-me...a confusão existe porque tu permites. Tivesses força de vontade e não estavas confusa.
Eu não sou só companhia para dormir. Eu não sirvo só para sexo. Eu não sirvo só para te dar boleia e pagar-te coisas. Eu sou mais do que isso. E aparentemente, sou mais do que tu mereces. Neste momento, sinto raiva de ti. Ainda posso admitir certas coisas, mas não admito mentiras. Nem a ti, nem a ninguém. Sempre fui sincero contigo, e tu mentes-me. Para quê? Se não somos namorados, não tens nada que me esconder coisas. Porque não foste logo verdadeira, e em vez de dizer que ias ficar em casa porque querias ficar sozinha, dizias logo que ias ter com ele? Ou achas mesmo que eu sou parvo? Sempre te disse que só não sei o que não quero saber. Parece que não me levaste muito a sério. E depois ainda tens a lata de dizer que sou o teu melhor amigo. Que estou no topo, que sou o nº 1. Não...só sou isso tudo quando precisas.

Portanto vai lá ter com ele, sê mal tratada e traída por ele, que eu vou seguir a minha vida, e tirar-te da minha cabeça. Porque neste momento, o que consigo sentir, é desprezo, é ódio, é nojo.
Neste momento, não quero saber mais de ti. Estou completamente desiludido contigo, e não é nada disso que quero para mim. Fica como tu quiseres, mas fica longe de mim. Não me dirijas a palavra nem me procures. Porque hoje, é o dia em que finalmente, saio da tua vida. Assim, sempre te facilito as coisas.

Adeus

Adeus

Não admito que me mintam. Portanto...

ACABOU!

...

Parece que quanto mais rapidinho e descartável, melhor.
As pessoas cansam-se umas das outras rápido demais,
desistem rápido demais, esquecem rápido demais, e
já não dão grande valor ao que é realmente importante.
Visto por este prisma, é um mundo triste...

in Black & White

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Continuação

Ligas-me, e explicas que deves ficar até tarde no trabalho. Respondo-te que não faz mal, não tenho nada para fazer e não me importo de esperar. Voltas a insistir para eu ir sair com outro pessoal. EU estou a perceber onde queres chegar, mas não vou por aí. Volto a dizer que fico por aqui, à espera que digas qualquer coisa. E voltas à carga a dizer que não sabes a que horas sais, e que não sabes com quem vais sair. E eu, teimoso como sou, volto a dizer que estou por aqui. Se eventualmente te despachares e quiseres estar comigo, então avisa. Ao que tu perguntas:

"Então e se eu não quiser ir para aí?"

Então avisa-me também! Concordaste... No momento em que ia abrir a boca para te perguntar se se passou mais alguma coisa com ele, além de "dormir", dizes-me que tens que voltar ao trabalho. Tudo bem. A conversa fica para depois, porque espero mesmo bem que tenhas a decência de vir falar comigo pessoalmente, cara a cara, para saber em que ponto estou. Espero que no mínimo, tenhas esse respeito por mim. E espero mesmo, que seja sim ou seja não, me digas qualquer coisa hoje. Porque senão...

Já dizia ele...

On bended knee is no way to be free

...

Assim por alto, já me disseste que dormiste com ele. Ok...engraçado foi começares a conversa com um "A minha cabeça não está bem, ando confusa". Pois...já reparei nisso. Tentei mudar de assunto para te relembrar que iamos sair hoje, e respondes "Não sei a que horas saio do trabalho, ele também já me tinha convidado. Mas não te prendas por mim". Hum...não me prendo por ti? Já tinhamos combinado fazer qualquer coisa hoje, lembras-te? Eu vou ficar por aqui..."Faz a tua vida como se eu não estivesse aí". Foda-se, mas que merda de dica é essa? Já tinhamos combinado, e agora vais desmarcar? Não...não desisto assim tão facilmente. Quando estiveres despachada e se quiseres estar comigo, avisa. E não respondeste mais...

Se ele pode insistir contigo e não desistir de ti, porque gosta muito de ti, então eu também posso insistir e não desistir de ti, até porque garantidamente, o que sinto por ti é bem maior do que ele alguma vez há-de sentir. Entendes?

Não vou baixar os braços. É de ti que eu gosto, e é por ti que vou lutar. E só desisto quando me olhares nos olhos e me mandares embora!
Entendido?

Aplica-se novamente

E é como quando pensas que estás a chegar e não deste um passo.

Silêncio

Até me contares o que se passou para não me dizeres nada, vou imaginado todos os cenários possíveis. O que mais me agrada, é este: chegaste tarde a casa, e como na noite anterior não esperei por ti, desta vez deduziste que ia fazer o mesmo e não me disseste nada, porque pensavas que já estava a dormir. É de facto, o que mais me agrada, e que sinceramente, é o que espero que seja. Existem outros, como por exemplo ele ter insistido tanto, que finalmente cedeste e voltaste para ele. Mas aí, merecia um bocadinho mais de respeito, e merecia ser avisado da situação, bem como para não esperar mais por ti.

Até agora, continuo à espera que me digas qualquer coisa...um simples olá. E acho estranho que ainda não o tenhas feito.

Vou aguardar...vou esperar para saber a verdadeira razão de me teres deixado à espera. Se fôr uma razão válida...então tudo bem. Se fôr outra razão qualquer, então aí se verá a minha atitude.

Mas vou esperar...e depois logo se vê o que acontece.

Espera...

Esta noite, fiquei à tua espera. AO contrário da noite passada em que não esperei por ti e ia dormir, esta noite quis esperar que me dissesses alguma coisa. Resultado: não disseste nada...esperei e esperei...e não disseste nada. E eu nada te disse. Sinceramente...deves ter dormido com ele...é o mais provável e previsível.

Estou desiludido contigo....e triste. Muito triste...

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Revolta

O que é um facto, é que gosto de ti. É a tua sorte. Porque se fosse outro gajo qualquer, já te tinha mandado para um sítio um bocado desagradável. E isso também é um facto. Porque aturar o que tenho aturado, ninguém o faria. Todos os dias ouço isso. Todos os dias ouço "Não sei como aguentas, não sei como tens paciência, etc etc etc". Eu digo como aguento: ou sou o tipo mais estúpido à face da terra, ou sou um tipo que gosta mesmo de ti e te dá um valor incalculável. Mas será que mereces tudo o que estou a passar por ti? Quero acreditar que sim. Porque ainda não consegui perceber porquê, deste-me a volta à cabeça. De uma maneira tal, que nem eu próprio me reconheço. Noutra altura, com outra rapariga, já te tinha posto os patins e já te tinha apagado da minha existência. Mas contigo não...tinhas de entrar de tal maneira no meu coração, que não te consigo arrancar de lá. Quero mandar-te dar uma volta, mas não consigo. Sempre que começo a pensar "pronto, vou esquecer" aparece sempre uma vozinha que diz "eh pá, 'tá mas é quietinho senão ainda levas um par de estalos nessa cara, faz-te mas é á vida que ela é o amor da tua vida, e nada de desistir que tu não foste criado dessa maneira! Portanto vê se tens juízo, pára com essa merda de pensamentos e vai à guerra! Entendes, oh chouriço??" E que remédio tenho eu se não ouvir a vozinha irritante que tantas vezes me ameaça de porrada. E até gosto de mim...aparentemente não tanto como gosto de ti, mas até me curto...até sou um tipo fixe, depois de me conhecerem. Anyway... começo a perceber que além de não saberes o que queres, preferes andar a passear com quem quiseres, sem ninguém a chatear-te a cabeça. Ok, já tinha dito isto anteriormente mas é isso que estou a reparar. Só que se me atrever a dizer-te alguma coisa, arrisco-me a levar com um "não sou tua namorada, não tenho que te dar satisfações." Certo...não és minha namorada, mas sou o gajo com quem tu dormes há mais de 1 mês! Mas eu estou aqui para tapar buracos, ou é porque gostamos um do outro? Porque essa história de "ah, agora não quero namorar" não serve para mim. Porque já te conheço bem demais para saber que não pensas assim. Porque este mês, parecemos mesmo um casal de namorados! Não durmo em casa há imenso tempo! Só lá vou para trocar de roupa! Tipo...estamos a viver uma relação! Mas só dentro de casa, porque mal saímos da porta, já não posso beijar, nem tocar, nem abraçar... Bah...

Como já me disseram...vai haver uma altura em que me vou fartar. Ou então, quando conhecer alguém que me queira mesmo, e não ande com rodeios. E talvez aí, te comece a fazer falta. Só preciso desse empurrãozinho...porque sozinho, não vou conseguir. Porque nestes últimos tempos, tenho te dado amor, carinho, atenção, companhia, amizade, tudo. Tenho dado tudo de mim. E não me sinto a receber nada. Estou carente de ti e nem te apercebes. Não me bastam só beijinhos em casa. Não me bastam só abraços na cama. Não me basta aninhar enquanto dormimos. Quero poder dar-te a mão...quero poder levar-te a sítios...entendes? Entende isso...Eu vou-me fartar...eu sei que vou. E não vai acabar bem...e odiava perder-te de vez.

Novamente

Mais uma noite em que ele te "deu boleia" para casa. E mais um jantar fora com ele. Todo o minuto que fico sem saber de ti, é um minuto de pânico. E ainda queres que acredite que não queres nada com ele...?

Não acredito...

6º...

I have a really bad feeling...

Coisas

Facto: Muitas vezes, precipito-me bastante, quer nos actos, quer nos pensamentos.

Facto: Sou bastante calculista. Penso bastante, e tento imaginar todos os cenários possíveis. Normalmente, imagino os piores.

Facto: Quando sinto alguma coisa a fugir-me, entro em pânico. Um pânico sossegado, sem fazer muito barulho.

Facto: Quando morrer, de certeza que vou para santo...

Se calhar ontem exagerei nos pensamentos negativos. Lá me ligaste, estava eu a preparar-me para ir dormir. Mal atendo, ouço-te do outro lado:

"Onde 'tás tu??"

Eu estou a preparar-me para ir dormir, como não dizias nada...

"Ah...desculpa, perdi-me nas horas, fomos jantar não sei onde e ficámos a conversar."

'Tá bem...

"E eu a pensar que ia ter a minha companhia para dormir..."

Nesse momento pensei: companhia...? Sou só uma companhia para dormir? Perguntei-te se queres mesmo que vá dormir contigo...respondeste "Se quiseres...". Que raio...dizes sempre a mesma coisa, mas desta vez não saio de casa enquanto não ouvir da tua boca dizeres que sim, que queres dormir comigo.

"Achas que se não quisesse, te convidava?"

Só quero ouvir um sim...

"Sim...quero dormir contigo..."

Pronto...não custou assim tanto...lá fui ter contigo, lá me deitei contigo, agarraste-te a mim, beijo de boa noite e fomos dormir.

Hoje de manhã...a caminho do trabalho, comentaste a noite de ontem.

"Ele fartou-se de falar, sobre variadas coisas, tivémos a falar durante muito tempo, como ambos somos uns tagarelas, perdi-me nas horas. Bla bla bla"

No meio disso tudo, perguntei: E ele continua a insistir?

"Nem sequer falámos disso. Ele esteve a contar-me montes de coisas, problemas que tem, etc etc etc. Mas eu já lhe disse que só o quero como amigo"

Mas sabes que não é assim que ele vai desistir...

"O problema é dele. Ele é que tem de resolver isso com ele próprio. Ele é um bom amigo, e quero que continue assim. Tal como tu também és um bom amigo. Ainda ontem lhe disse isso, que tu estás no topo, estilo nº 1"

Ri-me por dentro...não por ter piada, mas por começar a perceber certas coisas...

Novamente, respondi: Mas não é assim que ele vai desistir, a ires jantar com ele, etc.

"Eu estou de consciência tranquila, não lhe dou espaço para avançar mais. Nem sequer lhe dou sinais de que pode avançar. Somos só amigos e quero que fique assim. Eu não estou comprometida, quero é divertir-me e aproveitar o meu tempo, não quero viver em função de ninguém. Quero organizar a minha vida a nível pessoal e profissional, e não me quero prender a ninguém. Não sei o dia de amanhã, mas agora quero que fique assim. Gosto dele como amigo, mas não vai passar disso. Se ele não desistir, o problema é dele. Mas se calhar, até sou capaz de aceitar a viagem em Fevereiro com ele e os amigos. Porque eu quero é divertir-me. Não vou abdicar de estar com os meus amigos. Já o fiz no passado por causa dos namorados, e desta vez não o vou fazer, não me vou afastar de ninguém. Se ele se começar a esticar ou a tratar mal, é outra história, mas tem-me tratado bem, por isso considero-o amigo."

Disto tudo, resumi a isto na minha cabeça: "Não quero nenhuma relação com ninguém"
E calei-me...que raio poderia dizer depois disso? Não somos namorados, não tenho qualquer direito de te criticar o teu novo modo de vida. Mas tenho o direito de não gostar, e de evitar fazê-lo. Já percebi que neste momento, não pensas em voltar. Simplesmente, deves só querer companhia. Para dormir, etc. Para poderes sair com quem quiseres, sem ninguém a chatear-te a cabeça. E no fim do dia, é a mim que ligas para ir dormir. Companhia, portanto.
Pois bem...eu não vou viver essa vida. Se fazes as coisas dessa maneira, vou também passar a viver a minha vida, sem contar contigo. Se vieres, ainda melhor. Mas vou começar a cortar em certas coisas. Bem devagarinho, para ver se tu dás conta.

E no fim, apercebo-me disto: Não sabes o que queres, e não sabes o que tens ao teu lado. Não sabes dar valor. Talvez quando te aperceberes, seja tarde demais. Mas não te vou avisar. És suficientemente inteligente para perceberes isso sozinha. Espero é que acordes a tempo...

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Passado, presente...

Já há algum tempo que não sentia este vazio dentro de mim. Tenho estado contigo todos os dias há mais de 1 mês. Todos os dias estou contigo, durmo contigo, almoço e janto contigo. Voltei a habituar-me a ter-te ao meu lado, a ter-te comigo. Voltei a habituar-me a tratar de ti e a olhar-te com carinho. Voltei a habituar-me a sentir-te durante a noite, encostada a mim. E hoje, parece que já não te vou ver. Parece que já não te vou ter a dormir ao meu lado. Parece que já não te vou poder olhar, e dar-te as boas noites. Parece que amanhã já não acordo contigo a sorrir para mim. E dói. Já me tinha esquecido desta dor. Já a tinha esquecido, o que é não saber de ti, não saber com que estás, e o que estás a fazer. Outra vez não...não faças isso outra vez. Neste momento, estou a chorar. Há tanto tempo que não o fazia...As lágrimas continuam as mesmas. São de dor...são de tristeza e de vazio.

Tenho quase a certeza de que sei com quem estás. Não sei é a fazer o quê. Será que esta noite dormes com ele? Será que foste a casa dele, apesar de me teres dito que não tinhas interesse em ir? Será que foram sair, apesar de teres dito que não queres sair com ele?
Se achas que ele diz-te mais do que eu, então afasta-me de vez. Se achas que consegues estar melhor com ele, então manda-me embora. Assim, irei virar-te as costas. E finalmente seguir a minha vida...uma vida nova. Mas será que consegues perceber que outra pessoa qualquer, no meu lugar, já se tinha ido embora há muito tempo? Será que percebes que não vais arranjar ninguém como eu? Será? Não creio...

Uma coisa te garanto, se me voltares a deixar, juro-te que não vou voltar...

Juro-te...

Mudança

"Hoje tenho de ficar aqui a trabalhar até tarde, tenho vários relatórios para fazer. Depois janto qualquer coisa, e depois o C dá-me boleia para casa, mas não sei a que horas chego."

Eram umas 18h quando me disseste isso. Por mim tudo bem...mas é quase meia-noite e ainda não me disseste nada...

Merda para isto...

Hum...

Não me posso queixar dos últimos desenvolvimentos.

Desde a conversa com ele, a pedires para deixar de insistir, e que se for preciso, o "obrigas" a desistir, até ao ponto de lhe mentires só para não saires com ele, passando pelo facto de me mostrares as conversas que ele tem contigo, das insistências que faz e dos convites CHATOS que ele insiste em fazer, leva-me a pensar que estamos no bom caminho. Porque a sinceridade é o mais importante...

Mas falta o quase...e é esse quase que pode dar uma volta enorme a esta situação, que pode dar uma liberdade tal como a que tinhamos há uns meses atrás. E eu sinto falta dessa liberdade, sinto falta de te dar a mão na rua, de te dar um beijo, de meter o braço à tua volta...pequenos pormenores que dão grande satisfação.

Vá lá...despacha-te!

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Memórias, recordações e (in)decisões

A meio do Eternal Sunshine of the Spotless Mind páras o filme, olhas para mim e pedes-me para recordar-te coisas nossas, coisas da nossa relação, certas coisas que passámos juntos. Fi-lo sem pensar duas vezes. Recordei o nosso primeiro dia, o que foi dito, onde fomos e o que fizémos. Certas coisas lembravas-te, outras não. Relembrei-te do dia em que fomos viver juntos, das viagens que fizemos, dos passeios que partilhámos, entre muitas coisas. Fiquei surpreendido que muita coisa já tinhas apagado. Ou se calhar guardaste num canto da tua mente, para mais tarde recordar. Pois neste dia, recordaste. Não sei se com isso ficaste contente ou não, só sei que por momentos vi-te sorrir. Gostava mesmo muito que recordasses tudo o que vivemos de bom, de todas as coisas boas que envolveram a nossa relação. Pois eu não esqueço, e guardo tudo muito bem guardadinho.

Não estás a passar uma boa fase, eu sei que não estás. Entre problemas familiares, stress intenso do trabalho e problemas de saúda, não te sobra muito tempo para descansares, ou para reflectires sobre a tua vida. Eu percebo isso. Daí esta enorme paciência que tenho tido contigo, em não te pressionar, e em não te pedir para tomares uma decisão. Porque acredito que a decisão será tomada quando tiver que ser tomada. Boa ou má. Porque acredito que não estejas em condições físicas e psicológicas para tomares decisões importantes na tua vida. Por isso é que aguardo, dia após dia, pela altura em que te sentas ao meu lado e me contas o que queres fazer. Até lá, vou estando contigo...da melhor maneira que posso.

Inevitavelmente, veio à conversa o que andamos a fazer. Isto de dormirmos juntos dura há pouco mais de 1 mês. E tu nem deste conta, segundo me confessas. Pois é...há mais de 1 mês que estamos "juntos". E então começas a explicar-te:

"O que se passou com o C, deixou-me abalada, porque o que eu mais queria era ter uma casa, e na véspera de a ter, tive o meu sonho arruinado. E foram as razões que ele apresentou, e as justificações que me deu, que me deixaram com um pé atrás. Porque neste momento, não me consigo entregar emocionalmente a ninguém. Sinto que criei uma barreira, e que não estou a conseguir baixá-la. Tenho tentado libertar-me para ti, tenho tentado abrir-me para ti, entregar-me a ti mas não consigo. Criei demasiada insegurança com relações. Nunca estive assim. Eu tenho adorado estar contigo, e não tenho estado com mais ninguém. Mas não me consigo soltar. E eu quero soltar-me. No entanto, eu agora não quero namorar. Nem penso em namorar. Quero resolver problemas primeiro. Porque estou constantemente a ser pressionada por vários lados. É no trabalho, é em casa, e é com ele. Ele está sempre a convidar-me para sair, etc e eu recuso sempre. Sou pressionada por ele sempre que faz aquela cara de que não lhe dou o que ele quer. E isso irrita-me, chateia-me. Ele quer uma coisa que não lhe vou dar, é bom que entenda isso. E a ti, não quero monopolizar o teu tempo. Eu gosto de ti, mas isto é capaz de demorar."

Nesta conversa, vi a irritação com que falavas dele. Vi a fúria que te passava pelo corpo, derivado ao stress e às pressões que tens sofrido. Montes de perguntas me passavam pela cabeça no momento:

-Então o que queres de mim?
-O que estou aqui a fazer?
-Não posso continuar nesta insegurança, porque não tomas uma decisão?
-Queres mesmo estar comigo?
-Queres que te dê espaço para estares sozinha?
-Gostas de mim?
-Queres ficar comigo?
-Porque me dizias as coisas de comprar casa, se já sabias que não estavas preparada para uma relação?
-Porque não te afastas dele?
-Se ele é tão chato assim, porque não lhe pedes espaço?
-Tens a certeza de que já não gostas dele?
-Estás arrependida de não teres voltado para ele?
Etc...

E nem uma me saiu da boca...Não ia correr o risco de ser acusado de te pressionar. Naquele momento estavas a desabafar, e limitei-me a ouvir. E continuavas a dizer que apesar de se darem bem, ele não iria servir para ti, a relação não teria futuro. Eu sei em primeira mão, que não se consegue esquecer alguém de um dia para o outro. E se calhar, é por aí que lhe dás tanta conversa, que falas tanto com ele quando estás no pc. Porque ele continua a insistir, não desiste. Ok, tenho sido eu que tem estado contigo, e que tem dormido contigo. Mas pelos vistos, não consigo com que te libertes. E aí, já não consigo fazer nada. Não há nada que possa fazer. Isso, parte de ti... E depois desse desabafo, não poderei fazer mais nada do que esperar, e estar do teu lado a apoiar-te. Porque cada dia que me pedes para ir ter contigo, para dormir contigo, para fazer amor contigo, é uma hipótese de estar ao teu lado, e de me sentires ali, de não me esqueceres. E vou aproveitar todas essas oportunidades. Acreidta que vou. E vou esperar. Não vou conseguir ser muito paciente, vou ficar várias vezes "farto" de esperar, mas, no final, sei que vai valer a pena. Porque é de ti que eu gosto.

E por falar em problemas de saúde, hoje tens de ir sem falta buscar os resultados de umas análises. Mas sais tarde do trabalho, e de transportes nunca irias chegar a tempo. Como eu saio também tarde do trabalho, não te poderia dar boleia. E pedi-te para tentares sair mais cedo, e ires de taxi que eu ajudava-te a pagar. E de tarde, ligas-me a dizer que ele te vai dar boleia...

1 ponto para ele...

sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Sei lá...

As forças começam a faltar. Começa a faltar a força de aguentar com isto tudo. Com esta pressão, com esta dúvida, com esta incerteza, com este nervosismo, com esta espécie de relação. Sinto que estou a ser testado mas não quero acreditar nisso. Sinto que estou a ser avaliado mas não quero acreditar nisso. Sinto que estou longe, apesar de já ter andado imenso mas não quero pensar nisso.

Começo a ficar extremamente cansado com isto tudo. Começo a ficar sem forças para tanta história, tanta dúvida. Começo a ficar sem forças quando me dizes coisas bonitas e mal saímos de casa, nem a mão te posso dar. Começo a ficar sem forças quando dizes que queres estar comigo e me contas que todos os dias os teus ex te convidam para inúmeras coisas. Começo a ficar sem forças para lutar contra isso tudo, contra o dizeres-me que não queres estar com uma determinada pessoa e no fim ainda hesitas quando és convidada. pior ainda, quando me dizes que vais sair com pessoal, e assim de surra como que para disfarçar, chutas o nome dele para o meio, a ver se passa. Não tens que me dar satisfações do que fazes, nem de onde vais nem muito menos com quem vais. Contas porque queres. Mas não esperes que goste. Porque começo a perder as forças de manter este ar sereno, esta calma, esta paciência, para essas coisas. Essas histórias dão-me a volta por dentro. Essas histórias causam-me sensações de ódio para com eles, de raiva para com a situação e de medo de ser posto de lado.

Eu devia falar contigo o mais depressa possível. Eu sei que sim, todos os dias penso nisso. Todos os dias imagino como será a conversa. Tento cobrir todos os cenários possíveis, para não ser apanhado desprevenido. Eu sei que tenho que falar contigo rapidamente. Porque eu gosto de saber com o que conto, e neste momento sinto-me à deriva, e és tu que levas o barco.

Por vezes penso que estás agora comigo, para não estares sozinha, para ires tendo companhia até te decidires com alguma coisa. Porque tenho a certeza que andas a pensar em quem te poderá dar mais: se eu, ou se ele. Mas é comigo que tens estado todos os dias, é comigo que tens dormido todos os dias. No entanto, é com ele que vais sair hoje, depois de te ouvir dizer várias vezes que não tens vontade de estar com ele, que ele volta e meia é chato, que sabes bem o que ele quer mas que não lhe dás, etc. Mas é com ele que vais sair...porque todos os dias te convida para qualquer coisa. Todos os dias. Até eu já estou cansado de ouvir "Olha, ele convidou-me para ir com ele não sei onde". E acabas por inventar uma desculpa para lhe dar, e pedes-me a mim para ir ter contigo. Mas hoje vais sair com ele. Então e todas as coisas que disseste? Neste momento estás a contradizer-te. E eu estranho isso. Será que de tanto insistir, ele conseguiu abanar-te? Chamar-te a atenção? Ou será que hoje preferes não estar comigo? É que avaliando várias coisas, ele consegue dar-te mais estabilidade na vida do que eu. A nível monetário, estabilidade numa casa, férias daqui para fora, etc. E eu ainda não cheguei a esse patamar. E eu sei que essas coisas são importantes para ti. Mas...se for esse o caso, se eu estiver a ser escolhido com outras pessoas, se eu estiver a ser avaliado, se eu não tiver hipótese...então diz-me logo, sê verdadeira comigo e acaba logo com isto. Pára de dizer que gostas de mim, que queres casar comigo, que queres filhos meus. Pára com isso tudo, se não fôr sincero. Porque eu sou sincero em tudo o que te digo. Porque de mim sabes com o que podes contar.

E eu...? Será que posso contar contigo...?

Questão

Porque é que tenho a sensação de que este jogo anda a ser jogado a 3...?

Continuando...

Ainda estou à espera de uma boa oportunidade para ter a conversa contigo. Não pode ser assim do nada, tem que ser com calma, ponderada e com tempo. Que é coisa que tem faltado ultimamente...

E enquanto espero, vamos tendo a nossa pequena relação dentro de casa. Sim, porque fora não somos nada. E assim, continuo sem saber o que queres. Ainda ontem, em conversa de cama antes de irmos dormir, e após uma enorme discussão com a tua avó, dizes que não queres essas confusões para mim, e que eu não devo querer isso para mim. A resposta foi simples: deixa que seja eu a decidir isso. Eu é que sei se quero isso para mim ou não. E até agora, acho que a resposta é óbvio. Senão, nem estava a aturar isto tudo.

- "Porque é que gostas de mim?" perguntas tu

Porque me fazes sonhar. Porque me fazes bem, porque me sinto bem contigo. Porque tens uma personalidade incrível, porque tens um grande sentido de humor e porque nos divertimos. Porque cresci contigo e aprendi muito contigo. Porque passei por experiências contigo, que foram importantes para mim, tal como viver contigo.

- "E gostavas de voltar a viver comigo?"

Sim...se me deixasses, sim claro que gostava. E nesse momento sorriste, e agarraste-te a mim. De seguida, comentas:

- "Se tivesse de escolher alguém para pai dos meus filhos, era a ti que escolhia. Não tenho dúvidas"

Não comentei, porque não saberia o que comentar. Limitei-me a olhar para ti e a sorrir. E foi a minha vez de perguntar se tu gostas de mim.

- "Gosto...gosto muito de ti, acredita."

Eu sei que gostas. Nota-se bem. Só que ainda gostava de saber os teus objectivos. O que pretendes. E como disse, estou à espera da melhor oportunidade para ter essa conversa contigo. Porque começa a ser necessário (pelo menos para mim) saber em que ponto estamos, e com o que posso contar.

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

...

I change by not changing at all...

quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

...

"Logo quando formos sair com o pessoal, não me podes dar beijinhos"

"Porquê?" pergunto eu...

"Porque não somos namorados"

E eu começo a fartar-me...

terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Paciência

Eu sou um tipo paciente. Muito paciente. A sério, mesmo muito...
Adoro perder horas a fazer puzzles. Adoro partir a cabeça num jogo de xadrez. Adoro coisas que me estimulem a mente e que me façam pensar. Adoro todas aquelas situações que irritariam qualquer pessoa nos primeiros 5 minutos.
Sou realmente uma pessoa paciente. Acho que é uma das minhas virtudes. Outra é ser demasiado optimista. Por isso, deduzo que seja uma combinação explosiva (e parva,vá) usar as duas ao mesmo tempo.
Portanto, esperar tanto tempo que te decidas revela uma paciência enorme, não disponível a qualquer mortal, e combinado com o facto de ser optimista e pensar que as coisas correm bem, leva-me a passar por todo este processo de espera. Se não te conhecesse, diria que eras funcionária pública, e que só te tinha pedido uns impressos para autorização para te dar um beijinho.

Mas, como tudo na vida, há um fim. E a paciência está a esgotar-se. Não que esteja farto, e que já esteja a soprar pelo cansaço da espera. Nada disso. É só porque com isto tudo, a minha vida tem ficado em stand by à espera de uma decisão tua. Isto porque as alterações que pretendo fazer, poderão ser completamente diferentes se estiveres comigo, comparando se estiver sozinho. Por isso, repara que mesmo na minha vida e em decisões importantes, ainda penso em ti primeiro. Em nós. Continuo a meter-me para segundo plano.

Vá...isso rápido...

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

Waiting...

Continuo à espera que te decidas...
Prometeste-me uma conversa com o teu ex para que fique tudo resolvido, e continuo à espera.
Falas que fazes as coisas para ficares comigo, e continuo à espera.
Contas-me que queres comprar casa comigo e continuo à espera.
Queres ter um filhote, comigo como pai, e continuo à espera.

E tu sabes tão bem como eu odeio esperar...

Ontem, perguntaste-me uma coisa que já não perguntavas desde a altura em que estávamos juntos. A pergunta que sempre gostavas de fazer, e que diariamente repetias, sem qualquer tipo de exaustão:

"Gostas de mim...?"

A tua voz baixinha, a perguntar isso demonstrava o carinho com que o fazias.
Ri-me...sorri por fora e por dentro. Embora quisesse gritar tudo o que sinto por ti e tudo o que me fazes sentir, apenas respondi "sim, gosto muito...". E rapidamente perguntaste:

"Mas porque é que gostas de mim...?"

Mas é preciso explicar? Sempre gostei...nunca parei de gostar, porque ambos somos completos um com o outro. Somos divertidos. E nunca me canso de te ter a meu lado. Mas agora, é a minha vez de perguntar: Gostas de mim...?

"Sim, gosto..."

Só isso? - Perguntei espantado. Começaste a rir-te com aquele riso malandro, de quem quer pregar alguma. Esperava algo mais...sério... Eu sei que gostas, mas gostava que o dissesses honestamente. Do coração. E o não teres feito isso, entristeceu-me um pouquinho. Esperava outra resposta...do estilo da minha, entendes?
Tentei explicar-te que não te digo que gosto de ti para não te pressionar, para não estar sempre em cima de ti, para não te sentires empurrada contra a parede. E compreendeste.

E depois, é ver-me a chegar a casa, os beijos carinhosos que me dás, a maneira como te enrolas em mim ao deitar, o teu corpo encostado ao meu, a mão dada com os dedos entrelaçados, o braço a agarrar-te e as pernas a brincarem umas com as outras. Uma das nossas inúmeras posiçoes de dormir.

E é ver-te a acordar e a primeira coisa a fazeres, é dares-me um beijo nas costas...e uma festinha na cabeça. É virar-me para te ver e encontrar o teu sorriso, juntamente com os teus lábios encostados aos meus.

E é levar-te ao emprego e ao chegar, não te poder beijar e ter de me contentar com 2 beijos, porque alguém poderia ver...até porque ainda não somos namorados.

E no fim, continuo à espera...

Posso pedir-te para te despachares...? Rápido...

sábado, 22 de Agosto de 2009

"Desculpa"

Aí está o que não esperava...ligaste-me a pedir desculpa pela tua atitude...ok, desculpo... mas não te livras de uma conversa bem séria...

E...

...passado cerca de meia hora, lá te ligo para ver se estás mais calma, para ver se conseguimos conversar com calma, como 2 adultos, e continuas a discutir, e ainda me dizes coisas do tipo:

- Quero estar sozinha
- Quero estar sossegada
- É por isto que não quero relações
- Não quero ninguém a chatear-me
- Não quero falar contigo
- Etc

E estupidamente, falaste mais do que devias e comentaste que estavas com a camera do pc ligada, a falar com o teu ex...e é assim que queres estar sozinha?

Então fica sozinha...não me mereces mesmo!

Se calhar, os outros que só te querem saltar para cima e não querem saber de ti, é que são bons! O parvo aqui, sou mesmo eu!

E respondendo à pergunta de uns posts antes: Não é nada disto que eu quero!

Altos e baixos

Ontem falaste comigo que o teu ex te convidou para ires a praia com ele. Mas que preferias ir comigo. Tudo bem...vamos os dois, não há problema nenhum.

Há alguns dias que andava com uma sensação estranha...de que alguma coisa ia acontecer. Parece que foi hoje. Ora...ontem saí do trabalho depois da meia noite e fui directo para tua casa. Já estavas a dormir e nem combinámos horas de ir para a praia. Hoje de manhã, acordámos pouco depois das 7h...o sono era tanto, que voltámos a dormir. Acordámos às 9.30. Lá te levantaste, e como te demoras mais a despachar fiquei mais um bocadinho...Pois, adormeci e levantei-me disparado as 10.30! Já não estavas a achar muita piada... Lá me despachei, e as 11h já estavamos prontos.

Agora...para que praia vamos? Nem quiseste saber...como eu ainda tinha de vir trabalhar de tarde, estavas completamente chateada porque não ias aproveitar nada o dia de praia. Sugeri uma praia que já tinhamos ido, ao que recusaste porque o teu ex podia estar lá e ficava chateado. Nesse momento, engoli em seco para não me chatear. Deixei passar... foste o resto do caminho a mandar bocas, e a refilar por qualquer coisinha...nesse momento, perdi toda a vontade de ir. Mas fui na mesma...

Chegados à praia meia hora depois, chapéu de palha alugado, e esticados nas preguiçadeiras. Não te dirigi palavra nem tu a mim. Volta e meia lá perguntavas qualquer coisa e respondia e vice versa. Pouco depois das 2h da tarde, viémos embora, para me despachar.

Chegámos a casa, e a primeira coisa que fazer é ligar o pc, ligar o msn e abrir uma janela de conversa com o teu ex. Azar, tava ausente...lá te esticas no sofá e eu sento-me na cadeira.
Lá te lembrar que temos de almoçar (pelo menos eu, que ainda tenho de ir trabalhar) e faz-se qualquer coisa rápida. Almocei sozinho...que bom...adiante! Quando voltei à sala, estavas vidrada na TV...sentei-me novamente, fiquei lá um bocadinho até que me levanto e digo "Já se faz tarde, tenho de me despachar para ir trabalhar" e pego nas minhas coisas. Não te mexeste um centímetro...fiquei parado...em pé...a olhar para ti. Eventualmente lá te apercebeste da minha presença ao teu lado, e perguntaste com cara de espantada, o que se passa...voltei a dizer que me ia embora, e fiz questão que soubesses que já o tinha dito e que não me deste atenção. Desculpa para aqui, desculpa para ali, um bjinho aqui e lá me fui embora.

Agora, por volta das 17h, ligas-me, toda fodida da vida...a perguntar porque raio estou sempre com cara de frete ao teu lado. Quê...?????? Eu??? Mas estás a gozar comigo??
Discutiste comigo...novamente, voltaste a dizer coisas que não merecia ouvir. E disseste-me o que não queria mesmo ouvir:

"Somos bons amigos, mas não vai passar disso! Não me sinto bem ao teu lado, quando estás com esse feitio, que até foi por isso que acabei contigo! A tua maneira de ser não vai mudar, e eu já tinha metido isso na cabeça e voltei a comprovar que é verdade!"

Ao que respondi:

"Então ainda há dias disseste que querias estar comigo, que te sentias bem comigo, que querias comprar casa e ter filhos comigo, e agora já não queres? Além do mais, tirando hoje, temos estado muito bem! Há mais de 3 semanas que andamos sempre juntos e nunca tivémos problemas, e agora vens com essa conversa? Qualquer coisa que faça, é motivo para dizeres que é o meu mau feitio. Não mistures as coisas! Não dás valor ao facto de eu me levantar às 7h da manhã, levar-te ao trabalho, voltar para cá, entrar às 4.30 da tarde e sair à meia noite e voltar a fazer o mesmo no dia seguinte! Eu ando estafado, para poder fazer isso, e hoje fiquei na cama porque estava mesmo cansado! Porque não entendes isso?"

Entende...não digas que eu tou a inventar desculpas. Só me magoas assim. Não mereço nada do que estás a fazer agora, nem tens esse direito. Esticas a mão para ir ter contigo, e agora deixas-me cair. Isso dói...mas uma coisa te garanto, pode doer mas não vou deixar que doa muito. Porque se me deixas cair, garanto-te que me vou meter de pé, olhar-te de cima, e virar-te de costas. Porque começo a aperceber-me de uma coisa bastante importante:

Não me mereces, nem mereces nada do esforço que faço por ti.
E se me queres, é bom que faças alguma coisa por isso. Senão, sou eu que me vou embora...de vez!

Plim!

E no fim de tudo, esqueci-me de fazer a pergunta mais importante:

Será que é mesmo isto que eu quero...?

sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Dúvida

Amo-te porque preciso de ti, ou preciso de ti porque te amo?

Introspecção

Acaba lá com isso e decide-te de uma vez por todas.
Ou sim, ou sopas...
Ou assumes todos os planos que me dizes, sobre comprar casa e ter filhos comigo, ou me deixas seguir a minha vida.
Ou te dedicas a 100% a esta espécie de relação que já estamos a ter, ou saltas e acaba-se com tudo.
E não é que eu esteja chateado, pois não estou. Não quero é perder mais tempo, pois já se perdeu muito.
E se dizes que gostas de mim, e que gostas de estar comigo, então não percebo a demora.

Mas uma coisa te garanto: não vou esperar eternamente.

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

E se...

...assim do nada, quando menos esperasses, te agarrasse pela cintura, te puxasse contra o meu corpo, passasse a mão pela tua cara, pelo teu cabelo, agarrasse devagarinho no teu pescoço, te puxasse para mim e te desse um beijo bem suave, bem húmido, e de seguida te dissesse que gosto de ti, mais do que imaginava, sem parar de te olhar nos olhos...qual seria a tua resposta?

Hum...

quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Mental Note

Não criar muitas expectativas!

Vamos lá ver uma coisa...

Nós não andamos...e ao mesmo tempo, andamos. Ou seja... todo o nosso tempo livre, passamo-lo juntos. Antes e depois do trabalho, dormimos juntos, vamos jantar fora juntos, etc. No entanto, não andamos porque nada é oficial e mal de mim se tenho o azar de te dar um beijo na rua! Beijo-te no carro, em casa, até quando te deixo no trabalho. Mas em público não. Porquê? Porque não somos namorados. Mas temos uma vida como se fossemos! A tua família já nem deve estranhar eu estar sempre a dormir contigo e de estarmos sempre juntos. A minha também não. Ora, se eles sabem, não deve haver problema em o resto saber. Mas aí, até respeito a tua opinião de uma conversa que tivémos há dias, de que tens receio de começar uma nova relação, seja com que for. Respeito...mas continuo a dizer: nós estamos a ter uma relação! Ou então, somos só amigos coloridos, muito coloridos mesmo, que por ventura tive o azar de dizer que sim numa brincadeira...

Ora...não queres uma relação...tudo bem, respeito como já tinha dito. Mas... porque raio andamos a ver destinos fora do país para irmos passar férias agora em Setembro? Lá está...temos uma relação, quando não a temos!

Algo me diz para falar contigo, para esclarecer a nossa situação. É um feeling... daqueles fortes. Se calhar, porque ainda ontem me disseste que o moço com que ias viver e que mudou de ideias na véspera, se anda a fazer novamente a ti. Convites para ires lá a casa... convites para sexo... conversas sobre o arrependimento dele em te ter deixado...etc. Vá lá que me mostraste a conversa e vi o que lhe respondeste. Deste-lhe para trás. Disseste que não tens interesse em ir lá a casa...que não queres sexo com ele, e que o arrependimento já vem tarde, porque te magoou. Assim sei a tua opinião. Mas não consegui foi perceber a tua opinião (ou pelo menos, se foi sincera) quando me contaste que quando ias com ele no elevador (no trabalho) ele te agarrou e te deu um beijo. Ok...disseste que o afastaste. Mas terás afastado...? Será...? Quero acreditar que sim. Mas também acredito que seja alguma pressão em ti. Ou seja... estás comigo, mesmo que não seja a sério, e tens o moço a fazer pressão para voltares. Vá...bem vistas as coisas, e volto a insistir, não temos nada oficial, pelo que és livre de fazeres o que quiseres. Tal como eu sou livre de fazer o que quiser. Por isso, é que não quero criar muitas expectativas em torno do que se passa entre nós. Não quero acreditar que sim, para daqui a uns tempos dizeres que não.

Daí, eu ter esta sensação de que devia falar contigo, ou de que algo está para acontecer. Mas se falo contigo, corro o risco de te afugentar. Se não falo contigo, corro o risco de te deixar fugir por entre os dedos. Em que ficamos? Vou com a maré e vejo onde isto vai dar, até porque o facto de fazeres planos para nós e de falares vagamente em comprarmos casa eventualmente, e espero por um desfecho qualquer? Ou tento agarrar-te e lá te sufoco mais um bocadinho?
É que simplesmente, não quero andar a insistir...

Por isso...acho que vou deixar as coisas rolar calmamente...e ver onde isto nos leva.

Mas...e se fugires...?

Damn...

terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Já dizia o outro...

Sinto-me de novo um teenager inconsciente, adolescente, irreverente, com vontade de ser diferente!

Quero...

...e devo ir devagar. Não exigir muito, nem monopolizar todo o teu tempo comigo. Quero ir com calma, de forma a que as coisas possam evoluir devagar e como deve ser. Quero estar contigo mas não te quero sufocar. E tu queres estar comigo mas também não quero ser sufocado.

E que tal irmos com calma, mas sem ser às escondidas, sem ser como "amigos"? É que não me apetece muito estar contigo e amanhã mudares de ideias só porque não temos nada em concreto.

Entendes...?

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

E de repente...

...voltas a gostar de mim. Já me beijas sem problemas, e ligas-me várias vezes ao dia para falares comigo. Já dizes que queres estar comigo, e já me pedes para dormir contigo. Já me pedes para fazer amor contigo, e já me agarras durante a noite. Já falas comigo se eventualmente comprarmos casa, e sobre como irá ser. Já queres fazer novamente férias comigo, e já planeias as coisas comigo incluído. Já queres sair com os nossos amigos, e já me abraças com força...

E de repente...parece que as coisas se estão a compor, de forma bastante boa...

Mas ainda nada é certo, nem oficial...até porque apesar de termos estado a viver uma vida de casal ultimamente, ainda não o somos...tudo porque ainda não falámos sobre isso, sobre se de facto voltámos, ou se é para ir bem devagar...

Gosto disso...é uma mudança bastante boa, e bastante favorável.

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

E que tal...

...pararmos de perder tempo e acabarmos com as brincadeiras?

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Diz-me...

...o que queres de mim...?
Preciso de saber...mas tenho medo de perguntar. Porque tenho medo de saber uma verdade que não quero que o seja. Há dias, vi esperança... Disseste-me que eu e tu temos uma relação estranha. Já é a segunda vez que acabamos e não conseguimos estar longe um do outro. Por muito afastados que tentemos estar, voltamos sempre a estar juntos. Foi engraçado seres tu a dizeres-me isto...é sinal de que tens noçao desta quimica que existe entre nós. Deste carinho mútuo. Desta atracção que nos une. Porque duas pessoas que acabam e voltam a estar juntas, pode ser ridiculo mas é também um sinal de amor.
Não sentes aquela paixão de antigamente, e eu sei perfeitamente disso. E no entanto, dizes-me:

- Não sei o que sentes por mim...

É mais que óbvio que gosto de ti. Só tu ainda não reparaste. Rapidamente respondes:

- Eu também gosto de ti, gosto de estar contigo, gosto de dormir contigo, gosto de brincar contigo, gosto da tua companhia.

Mas no entanto tens medo de ter uma relação. Porque neste momento, estás a tentar evitar isso. Tens medo de voltar a cair. Tens medo de voltar a ser magoada. E eu percebo.
E perguntas-me se eu quero ter uma relação com alguém. Ao que respondo que não...se não for contigo, neste momento não quero ter nada com ninguém.

De noite...é engraçado ver-te a procurares-me na cama. Queixares-te que estou muito longe, para me chegar mais perto de ti. E se eu não te agarro, és tu que me vens agarrar. Há quase 1 semana que estou contigo todos os dias, antes e depois do teu trabalho. E sabes o que reparei? Que estamos a viver uma relação...inclusivamente dormimos juntos. Mas a única diferença, é que não damos beijos a toda a hora...não dizemos que gostamos um do outro a toda a hora...não fazemos amor...porque de resto, é uma relação autêntica.

Eu gosto de estar contigo, nem me estou a queixar. Antes pelo contrário. Mas eu quero mais. Preciso de mais. E preciso que percebas isso. Porque se já percebeste que voltamos sempre a ficar juntos, então de certeza que também percebes o resto.

E é verdade...precisas mais de mim, do que eu de ti...

E eu gosto de ti...

Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.

Só para dizer...

...que não há nada para dizer...

Se é bom ou mau? Não faço a mínima ideia, depois logo se vê...

terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Dormir...

É a coisa mais fácil de se fazer.
Simplesmente...fechamos os olhos...
Mas, para muitos de nós, dormir parece não estar ao nosso alcance.
Nós queremos...mas não sabemos como conseguir.
Mas assim que enfrentamos os nossos demónios, os nossos medos, e nos viramos uns para os outros à procura de ajuda, apercebemo-nos de que não estamos sozinhos na escuridão.

segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Questão:

Que nome se dá ao acto de dormir 3 dias seguidos contigo, sem nunca haver um único beijo, mas a deixares-me meter as mãos em vários lados, sem nunca te queixares, e a encostares-te a mim de uma maneira que até os mortos acordavam, e mesmo assim não haver nada?

Eu avanço com um nome: ESTÚPIDO!

quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Férias...mas pouco

Bem...vamos por partes.
Na 3a saí daqui para não ter de estar constantemente de volta do pc a dar em doido, para ver se ainda estavas por aí ou não...se estavas online, o que estarias a fazer, etc...
Ora...chegado ao destino, não tinha pc, não tinha net, não tinha nada. Só estava contactável por tlm...

Nesse dia à noite, ao contrário do que estava à espera, ligaste-me. Mas ligaste-me...de uma maneira surpreendida, meio triste e ao mesmo tempo interessada:

- Então, já foste embora? E nem disseste nada?

Que raio haveria de te dizer? "Olha, vou embora?" Não faria sentido...

- Podias ter dito, que já tinhas ido...

Pois, mas não disse. Não faria mesmo sentido falar contigo só para dizer que ia embora. Iria parecer desesperado, estúpido e a forçar algum sentimento em ti. Mas reparei na tua ansiedade...reparei na tua surpresa. E fiquei a modos que...curioso! Mas falei sem problemas...uma conversa rápida, 10min se tanto. Correu bem.
Passe o resto da noite a pensar nessa chamada...na tua maneira de falar e de ficares sentida por não te ter dito nada. Achei engraçado...mas o melhor ainda estava para vir.

Eram quase 1h da manhã, ligas-me novamente...

- Ola. Já estás deitado? Era só para te desejar uma boa noite...também já estou deitada, a ver tv...

Espera...deixa ver se entendo. Ligaste-me para me dares as boas noites? Mas nunca me ligas a dar as boas noites! Estranho...agradeci, dei-te as boas noites mas continuámos a falar. 30min ao tlm, a falar de coisas básicas...a rir...a conversar. E adorei esse telefonema. De certa forma, fiquei esperançado de que afinal, tinhas saudades minhas e querias falar comigo, e estar comigo. De há muito tempo para cá, nessa noite consegui dormir bem...

No dia seguinte, madruguei cedo sempre com a noite anterior na cabeça. Sentia-me bem, sentia-me feliz. Sentia-me com a certeza de que me voltarias a ligar. Passei o dia todo à espera dessa chamada. Sempre a pensar em ti. E ao final do dia, lá me ligaste. Mas foi diferente...ligaste-me por causa de um jantar que estava combinado entre nós e amigos, para confirmares se eu ia, e sobre o que se ia comer. Em conferência com eles, lá iamos discutindo como iria ser. No fim dessa chamada, e já em privado, dizes-me que já me voltas a ligar. Ora, eram umas 9h da noite. Não me ligaste...andei o resto do dia com o tlm ao meu lado, à espera da tua chamada. Até que desisti, já a noite ia longa.
Ligas-me hoje de manhã...completamente diferente, e apressada. Durou 15seg...

- Olá, tem de ser rápido. Fica então confirmado, bla bla bla bla bla bla, ok? Até logo

Juro...fiquei com o tlm encostado ao ouvido, um bom bocado depois de teres desligado. Fiquei a tentar perceber que raio tinha acontecido. Num dia pareces desejosa de falares comigo, no outro deixas-me à espera e a seguir despachas-me como se não houvesse amanhã?
Caiu-me tudo...mas ainda fiquei com uma réstia de esperança, sabendo que ia jantar contigo esta noite, e que se ia prolongar como sempre costuma ser. Que errado que eu estava...

Mandas uma msg a dizer que precisas de ajuda para o jantar, que estás cansada e que ainda vais sair depois de comeres...

A sério...só podes estar a brincar...venho eu de férias de propósito, para estar neste jantar, e tu dizes-me que só vais comer e bazas logo?

É incrível, como ainda me consegues surpreender pela negativa...e é incrível, como eu ainda não aprendi. Porque num momento esticas a mão e perguntas se quero, e quando vou a caminho, tiras a mão a dizer que já não há.

Assim dou em doido...mas é bem feita. Que é para eu não ser estúpido...e abrir os olhos.

Back...

Poucos dias, mas os suficientes para descansar um bocadinho da correria que é a cidade.
Vamos ver os dias daqui para a frente...

E obrigado pelos emails. Foram mais do que esperava, e menos do que gostava :P
Serão respondidos, e os comentários também...

terça-feira, 4 de Agosto de 2009

Férias

Vou-me embora daqui para fora, durante uns dias, completamente sozinho, para ver se arejo as ideias e venho de lá com novas motivações.
Até lá, gostava de vos deixar um desafio...um pedido, vá.

Aqui do lado direito está o meu email. Escrevam, a opinar sobre o que já conhecem desta história toda. Tenho a certeza que muita gente se controla em dizer muita coisa para outros não verem, por isso assim espero que tenham a liberdade de dizer o que pensam, de dar a opinião, ou simplesmente de me chamar nomes. De qualquer das formas, será o mais privado possível, portanto escrevam! Preciso mesmo de ser chamado à razão...preciso mesmo de saber o que fazer e preciso das vossas opiniões. Não vou continuar assim.
Prometo que quando chegar, respondo...

Cheers!

segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

...

Pensamentos errantes...e errados!

- Gostava de te dizer que te odeio. Bem alto, a gritar em plenos pulmões, na tua cara, e ver a tua reacção! Ver a tua cara de triste, ver-te a começar a chorar! Ver as tuas lágrimas a escorrer!

- Muitas vezes dou por mim a pensar que se calhar era mais fácil para mim se não estivesses viva. Assim podia ter-te perdido, sabendo que não voltarias a estar com ninguém.

- Era bem feito que um gajo que gostasses te fizesse o mesmo que o teu ex marido te fazia. Assim, talvez desses valor ao gajo mais estúpido da face da terra que ainda está aqui por ti, que sou eu!

- Por vezes penso que a maneira mais fácil de te odiar, era insultares alguém da minha família. Aliás...insultares a minha sobrinha. Ia adorar olhar-te nos olhos, mandar-te para o caralho, virar-te costas e nunca mais teres notícias minhas.

- Adorava que estivesses no meu lugar. Que fosses pisada e sofresses como eu estou a sofrer. Assim, ias vez como é fodido ser rejeitado.

- Adorava odiar-te. Assim faria todo o sentido a esta fúria escondida dentro de mim.

E desse lado? Ainda pensam que sou uma boa pessoa...?
Pensem novamente...

Sabes...

...gosto de ti. A sério que gosto. É por isso que aturo todas as tuas merdas...todas as tuas mentiras. Eu sei perfeitamente quando estás a mentir.

"Ah...tenho de ir para casa arrumar aquilo tudo."

Tretas. Diz logo que ou não te apetece estar comigo, ou vais ter com outra pessoa. Mas não me mintas, que é o pior que me podes fazer. Mentires-me só me tira a confiança que tenho em ti.

Já estou de férias desde 6a. Passei 3 dias contigo, em que aconteceu o que aconteceu. Fiquei convencido (erradamente) de que as coisas se iam resolver, nem que fosse devagarinho. Fiquei convencido (estupidamente) de que gostavas de estar comigo e que ias continuar a querer estar. Fiquei convencido (burrice) de que parece que gostas ainda um bocadinho de mim. Fiquei convencido de muita coisa, mas não devia. Porque veio-me dar a esperança de que neste momento não necessitava. Porque agora a queda vai ser maior. Eu sei que não me prometeste nada, eu sei que o que se passou não significava nada. Mas mete-te no meu lugar. Deste-me sinais, mesmo inconscientemente. E eu absorvi isso tudo como se não houvesse amanhã. E por causa de tudo o que se passou, queria ficar por cá nas férias para podermos estar juntos, mesmo que não houvesse nada. A tua presença seria suficiente. O ver-te seria suficiente. Por isso, e depois de me teres mentido, não vou ficar cá. Vou-me pôr daqui para fora, longe de tudo. Eu sei que não te abala em nada. Tu lá tens os teus amigos para te divertires. Mas mesmo assim, vou-me embora. Porque quando me ligares a perguntar se quero ir sair, ou se precisares de alguma coisa, terei todo o prazer em te dar uma resposta simples:

NÃO!

É simples, não é? Aliás, já me disseste tantas vezes...que agora és tu que vais ouvir.

É mais que óbvio que não sentes por mim o mesmo amor que sentias. Mas também é mais que óbvio que ainda sentes alguma coisa. Estás confusa? Então não me uses para deixares de estar. Se estás confusa, compõe-te, orienta as ideias, e decide-te de uma vez por todas. Porque não vou esperar eternamente. Garanto-te que não vou. Vou esperar até não conseguir esperar mais. Vou esperar até rebentar, até encher, até me fartar.

Magoas-me e nem te apercebes disso. Tu sabes que gosto de ti. E sabes que aproveito cada segundo contigo, cada palavra que me dás.

Sabes...gosto de ti. A sério que gosto.
Adorava voltar a estar contigo. A sério que adorava.
Eu amo-te...a sério que amo.

Mas gostava de te odiar...a sério que gostava.
Seria bem mais fácil...a sério...

Reviravolta...ou só uma volta...

Confundes-me...e eu começo a não conseguir perceber o que tu queres afinal.
É mais que óbvio que não gostas de mim como gostavas. Mas também é óbvio que sentes muita coisa por mim. No entanto eu sei que entre o que tu dizes e o que tu fazes, vai uma grande diferença.
6a à noite, em conversa e depois de te tentar picar um bocado, "ordenas" que páre de insistir, que deixe de tentar que aconteça alguma coisa entre nós. Somos só amigos. Tudo bem, eu páro... nem te digo mais nada. Somos só amigos, então.
Sendo assim, fomos sair. Com amigos, claro. Para bem longe daqui. A noite correu normalmente, sem grandes aventuras, com uns copos (bastantes) pelo meio para animar. A noite acabou às 6h da manhã...hora em que chegamos a tua casa. Como nem eu nem tu estavamos em condições, fiz questão de te levar mesmo até dentro de casa. Achei piada, quando te começaste a despir e me dizes:

"Deita-te..."

Ao que eu respondi com um surpreendido "Deito-me?"
Ao que rapidamente respondes:

"Sim...despe-te e deita-te, ou vais dormir em pé...?"

Ok...nem sequer estava a contar dormir contigo. Mas o sono, o cansaço e o alto nível de alcool, levaram-me a fazê-lo. Tirei a roupa, e atirei-me para cima da cama. Não demoraste a seguir-me. E o que ainda me surpreendeu mais, foi que mal te deitaste ao meu lado, deste-me a mão...Nem recusei, deixei-me ficar. Ainda melhor, foi tu agarrares-me...
E depois ainda me pergunto: Como é que queres que não insista...?

O dia seguinte...
A alvorada foi tardíssima...a recuperação foi rápida. Nada de novo aconteceu nem se passou, mas passei o dia contigo. Como nem eu nem tu tinhamos nada para fazer, o que é que decidimos? Fazer outra noite igual!
Ora, o engraçado começa aqui: Não tiveste problemas em te despires e vestir à minha frente...até porque já te conheço de cor. E depois, com uma lingerie maravilhosa, ainda provocas...mas não sei se te lembras, pediste para eu não insistir. Portanto, fingi que nem te via...o que fez com que me picasses mais! O resto...não interessa para agora.

Ora, uma vez chegados ao bar, um amigo nosso fez um especial favor de me apresentar uma amiga. Bem...como eu adorei ver a tua cara quando me apresentei a uma moça, muito gira, bem vestida, grandes atributos, daqueles que metem os homens todos a olhar. Sim, admito...era só mesmo para te picar, para não ficares convencida de que não me desenrasco.
Anyway...a noite foi-se passando...o alcool desta vez foi pouco, mas serviu para desinibir um bocado e picar-te para dançar. Uns olhares aqui...outros ali...mas nada de mais. Eventualmente o fim da noite chegou, e com isso, a ida para casa.
A caminho...bem, a caminho de casa é que está a história. Tudo começado por ti...uma piadinha aqui de cariz sexual...outra ali...um toque na minha perna...a mão mais para dentro...e o resto não conto que isto não se trata de assuntos sexuais. Mas digamos que...do carro até casa...e como diz a música, a sobremesa foram 3 pratos completos.

Daí a minha "confusão". Dizes que não queres nada comigo, mas és tu que me saltas para cima. Eu não digo que não, porque o sexo é simplesmente divinal. Mas...foi só sexo. Nada de voltas, nada de reatar...só sexo. Daí ter a certeza de: já não gostas de mim como gostavas, mas ainda gostas...e aparentemente, também gostas do sexo...
Portanto...há que deixar o tempo passar...e com calma e um pouquinho de juízo, as coisas resolvem-se :)

sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Assim de repente...

...tenho cada vez mais certeza de que ainda te corro nas veias :)

...

O tempo que tu perdes a pensar o que as outras pessoas pensam de ti, estão as outras pessoas a pensar o que tu pensas delas.

quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Candidatura

Em seguimento da noite de ontem...

Abraça-me...

Quero tudo de novo...


Baseado numa frase duma leitora do blog

Esta noite...

Hoje jantei e passei o resto da noite contigo e amigos nossos. Ok, isso não é interessante...
O interessante é o seguinte:

Quando estávamos a fazer o jantar, a meio de uma conversa qualquer, perguntaste-me se já estive com alguém. Alguma hesitação depois, disse que sim...já estive com alguém. Perguntaste se namorava com ela, respondi que não, que eramos só amigos... Perguntaste se gostava dela, disse que sim, é uma pessoa muito querida...mas que não temos nada um com um outro, porque nenhum dos dois quer.
Entretanto, quando estavamos na sala, a ouvir música, sentaste-te e ficaste a olhar para mim...com aquela carinha de sorriso lindo, de sorriso maroto, de sorriso carinhoso...e eu encostei-me...e fiquei a olhar para ti...alguns segundos sem tirarmos os olhos um do outro. Nesse momento, para te testar, levantei-me e fui ver do jantar. Só para ver se me seguias. E seguiste. Estava eu de volta do fogão, quando te colocas ao meu lado. Mal larguei o fogão, abraças-me...dás-me uma abraço bom...sentido, e enrolas os teus braços à minha volta. Tal como costumavas fazer... E eu, sem pensar duas vezes, puxei-te contra mim, e agarrei-te. Encostei a tua cabeça ao meu peito, enquanto te passava a mão pelo cabelo. O meu coração batia depressa...há pouco mais de 2 meses que não tinha nada disto, e tu de certeza que notaste. Mas nem disseste nada... Que bom...por fim, o abraço acabou...dei-te um beijo na testa, mas não saíste do meu lado. Voltei ao fogão, controlar a comida, e larguei...nesse momento, olhei para ti...continuavas com aquele sorriso...aquele sorriso que eu adoro e que me derreto todo. Agarrei-te, puxei-te contra mim, e voltei a abraçar-te. O bom desse abraço, é que retribuíste. Dei-te um beijo no pescoço, agarrei-te com força, e quando começava a pensar em dar-te um beijo a sério...fomos interrompidos! Só a mim...parecia uma cena tirada de um filme...

O resto da noite foi-se passando. Alguma cumplicidade entre nós, piadas, olhares, toques, etc... Há que confessar que foi uma noite bastante divertida.

No final da noite, fui-te meter a casa...estacionei, e desliguei o carro. Naquele momento, pedia a todos os santinhos que me pedisses para subir contigo. Fomos trocando palavras...piadas...opiniões, e nada...o pedido não vinha. Na minha cabeça só corria:

"Quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te...quero beijar-te..."

Esperava que se não subisse, que na despedida ia ter essa oportunidade. E de certa forma até tive...porque não desviaste muito a cara...facilmente de beijava. Mas tive medo...medo da tua reacção, medo de estragar a noite, que até então, estava a ser óptima...e não beijei. Dois beijinhos na cara, uns sorrisos, e subiste.

Entretanto cheguei a casa...e liguei-te. Só para te desejar uma boa noite. Só para veres que me preocupo. Só para saberes que gosto. Só para te ouvir...

E no final, por muito que não te tenha beijado, por muito que não tenha dormido contigo, alegra-me o seguinte:

Hoje descobri que não te sou indiferente...hoje descobri, que ainda há muita coisa minha que corre dentro de ti. E isso, é óptimo...

E por muitos sobe e desce que ande, é de ti que continuo a gostar.
Dorme bem, doce...
*

quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Going down...

Ontem ligaste-me...só para falar. E falei...falei, rimos, contámos piadas, durante 1h. Soube bem, devo confessar. Ouvir o teu riso, fez-me sentir bem. Foi conversa normal, sem nada de novo, só mesmo para animar um bocado.
Até que sem esperar, dizes:

"Bem, já me dói o ouvido...continuamos a falar no MSN, ok?"

Tudo bem...e em 2h que lá estive, trocámos meia dúzia de palavras. Deixaste de responder. Odeio quando me mentes. Não te doía o ouvido...se bem te conheço, alguém "interessante" deve ter ligado o MSN e começaste a falar com esse alguém. Este é o mal de te conhecer perfeitamente. Sei as tuas atitudes de cor, sempre que dás uma desculpa. Por isso, nem vale a pena mentires. Vou sempre saber o que estás de facto a fazer.
Como esperar não é o meu forte, e muito menos insistir para falares comigo, desliguei sem te dizer boa noite. Duvido que tenhas reparado, porque até agora ainda estou à espera que digas qualquer coisa...

E no fim, pergunto a mim mesmo:

Porque raio é que eu ainda me admiro destas coisas?

Aqui entre nós...

...começo a achar que me fizeste um grande favor em teres saído da minha vida...

...

terça-feira, 28 de Julho de 2009

Prova...

A prova de que eu suspeitava de que não andas a ponderar as coisas como deve ser, e que andas a fazer as coisas à pressa, aparece...
Afinal...já não vais viver com ninguém. Chateaste-te com ele, depois de uma tarde inteira a ajudar-te a tirar todas as tuas coisas da minha casa.
Afinal, parece que ele ainda tem dúvidas...parece que não era bem isso que ele queria. Orgulhosa como és, não poupaste palavras, à minha frente, enquanto falavas com ele por tlm.
No dia seguinte, resolveste acabar com tudo. Acabou-se a mudança, acabou-se a relação, acabou-se a amizade com ele. Enquanto pensavas que essa conversa durava 5 minutos, durou 7h... 7h para acabar com alguém. Nem comigo demoraste tanto tempo.
Com isto, e ainda a tentar perceber porquê, ligas-me às 5h da manhã (!!!) para me contares o que se passou. Espera...5h da manhã??? Só te atendi porque ligaste de casa e fiquei a pensar que tinha acontecido alguma coisa. A primeira coisa que me disseste foi:

"Acabei agora de falar com ele...tou na merda..."

É...dói não dói? Nessa altura só me apeteceu dizer que se estás na merda agora, eu tenho estado já há 2 meses. Mas nem sequer fui por aí...
Entre várias razões, acabaram por se chatear a sério, e já não se falam. Pelo menos foste a tempo, antes de te mudares. Nessa conversa, perguntaste-me a minha opinião. E eu respondi:

"A opinião sincera ou a politicamente correcta?"

Escolheste a sincera...perguntei se era mesmo essa que querias ouvir...hesitaste, porque sabes que quando abro a boca, é a disparar. Aceitaste a opinião sincera...e foi mais ou menos assim:

"Tu estás a ser estúpida!! Mas tu não pensas?? Então andas com ele há quase 1 mês e vais viver com ele?? 1 mês não é tempo para se conhecer ninguém! Se me dissesses daqui a 5, 6 meses, ainda vá que não vá...agora, 1 mês?? És parva, só pode! Acabaste de ter a prova de que não se conhece ninguém em tão pouco tempo, que ele diz-te que tem dúvidas! E depois ficas aí toda fodida com isso, porque ias dar um grande passo, com alguém que não conheces bem! E se fosses e daqui a 1 mês desse para o torto? Ias morar para onde? Para a rua? Já tens idade para ter juízo e não andares a ter decisões tomadas em cima do joelho, só porque gostas de alguém!!"

E durante toda a minha opinião, não abriste a boca...limitaste-te a ouvir...
Lá no fundo sabes que tenho razão. O teu silêncio prova isso. Ias dar um grande passo com alguém que também não tinha a certeza. E pelo que me contaste, parece que ele ainda gosta de uma rapariga...vá lá que desta vez, safaste-te de boa...foi a tempo.
E pensam vocês:

"Oh Lion, agora que não vai morar com o outro, de certeza que vai já voltar para ti"

Nada mais errado...ela nem sequer pondera essa hipótese. Nem sequer pensar em reatar comigo o que quer que seja. Pelo menos agora. Não sei se quer estar sozinha, não sei se gosta de alguém, mas sei que não quer voltar...pelo menos agora.
Gostava...a sério que gostava.E não dizia que não, mas só depois de uma grande conversa com ela.

Mas no fundo...sei que vais voltar. Mais dia, menos dia, vais voltar...vais reparar que afinal, uma discussão ou duas comigo, era bem melhor do que estás a passar agora. Vais reparar que o meu feito contra o teu feitio, é bem melhor do que qualquer merda que te andam a fazer.
E para isso, só te digo assim:

Só há 1 Lion neste mundo...não há mais ninguém como eu. Nem é preciso dizer porquê...

...

segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Vida de leão...

O amor, é uma luta de leões.
Lá porque não ganhamos, não quer dizer que não sabemos rugir.

domingo, 26 de Julho de 2009

Amor é...

...acordar a pensar em ti, ligar-te só para ouvir a tua voz ensonada, mandar-te uma mensagem a dizer "Bdia luv *", é receber outra igual com as saudades que tens minhas, é olhar-te e dizer-te tudo sem falar, é completares as minhas frases, é pensarmos nas coisas ao mesmo tempo, é ligarmos um ao outro ao mesmo tempo, é sorrir quando te vejo, é abraçar-te depois de um dia sem te ver, é acordar de noite só para te olhar, é passar-te a mão na caraa dizer que te amo, é não te largar a noite toda, é sentir-te ao meu lado quando não estás, é saber o que te dizer para te alegrar, abraçar-te quando precisas de apoio, é estar ao teu lado em qualquer momento, é dar-te a mão em sinal de confiança, é encostar-te a mim para saberes que estou ali, é alegrar-me quando vens ter comigo, é estar chateado com tudo e bastar ver-te para desaparecer qualquer problema...

E é não te ter agora e ainda ter este sentimento enorme por ti...

E é não ter nada disto e ainda pensar em ti...

E é tudo isto e muito mais...
Gostava que tudo isto fosse uma história. Um livro, vá. Um conto sobre um moço, simpático, que cometeu o erro de se apaixonar. É que se tudo isto fosse uma história, teria um excelente final feliz, e tudo acabaria bem. Mas pelo andar da carruagem...final feliz é coisa que não vai haver.

Há coisas que não entendo...e que me custa a entender. Imagine-se uma rapariga...solteira, simpática, etc... se a rapariga não estiver virada para relações, então não há nada que a demova disso. No entanto, se quiser qualquer coisa, basta estalar os dedos. Seja ir dar uma volta, seja sexo, seja curtir, seja namorar, whatever... Têm uma facilidade enorme em fazer as coisas. Digo eu, não sei...podem não encontrar aquela pessoa especial mas se eventualmente quiserem um amigo colorido, só mesmo para brincar na horizontal, facilmente encontram.

Num rapaz não...se estiver sozinho, bla bla bla, é extremamente complicado arranjar o que quer que seja. Falo por mim e por quem me rodeia. No entanto se uma rapariga se aproxima, nunca dizemos que não.
Obviamente que não estou a generalizar. Há aqueles tipos que parecem uma fotocópia do Christian Bale, ou semelhante, e que arranjam qualquer uma. E vice versa.

É por isso...que dizem que uma boa maneira de esquecer alguém, é arranjar outra pessoa. E se calhar, está explicado porque é que fui ultrapassado rapidamente. Tu estás com alguém, e eu não. Tu já não pensas em mim e eu penso em ti.

Vou-te confessar uma coisa...há umas semanas atrás, estive com a D. Aquela que tu não gostas muito...julguei que me ia fazer bem, nem que fosse ao ego, e como ela também estava para aí virada, aproveitei. E arrependi-me tanto...o sexo não soube a nada, os beijos não me transmitiram nada, os carinhos pós-sexo não trouxeram nada de carinhoso...e porquê...? Não faço ideia...Nem sequer pensei em ti durante o acto. Mas...foi estranho...e fiquei o resto da noite a pensar nisso.

Preciso de me apaixonar novamente...voltar a viver aquela sensação agradável de começar gostar de alguém, sabem? Aquelas borboletas no estômago...que saudades...

E para isso, preciso de te tirar da cabeça.
And the process has already started...

Hierarquias

Se um é santo ao pé do outro...então eu sou Deus!!

...

Que puta de desilusão...

sábado, 25 de Julho de 2009

...ou então sim...

...e depois de ter escrito tudo aquilo, de ter vontade de o fazer, de querer ter essa força para não pensar em ti e no que vais fazer, eis que me ligas...
Para quê...? Para me perguntares quando podes ir buscar as tuas coisas...
E assim, estragas tudo e volto ao mesmo...
Assim...não consigo...

Hoje não...

Hoje não me apetece lembrar-me de ti...Hoje não me apetece sequer pensar em ti.
Hoje não quero lembrar-me que me deixaste sozinho. Hoje não vou seque pensar que estás nos braços de outra pessoa. Hoje recuso-me a sentir a tristeza que é não te ver ao meu lado cada vez que acordo. Hoje vou desviar os pensamentos sobre ti, para outra coisa qualquer. Hoje vou ser sem ti. Hoje vou ser apenas mais uma pessoa, normalíssima sem problemas. Hoje não quero ouvir falar no teu nome. Hoje não quero saber que existes. Hoje não fazes parte do meu mundo. Hoje és uma pessoa como qualquer outra. Hoje não te vou sentir. Hoje não vais existir. Hoje não és ninguém. Hoje vou ser o que não tenho sido.
Hoje...vou ser. Só porque sim...

Amanhã...talvez volte ao mesmo...

sexta-feira, 24 de Julho de 2009

A carta que nunca te escrevi...

Porque é que te foste embora...? Diz-me...porquê? Porque é que me deixaste assim...? Tu sabes o que sinto por ti, e o que faria por ti. Foste a única pessoa pelo qual eu senti tanto. Sempre te tratei bem, sempre te dei tudo, nunca te faltou nada...não entendo, a sério que não.
Já estou cansado de me sentir assim...já me dói o corpo de tanta dor por não te ter comigo. E não aguento muito mais. Eu estou como que viciado em ti, és como a minha marca de heroína privada. Sem ti, não consigo pensar.
Não me quero fazer de coitadinho, não me quero rebaixar. Quero apenas que saibas o quanto gosto de ti. Mas por outro lado, já o deves saber...
Todas as noites, me deito a pensar em ti. E tu, pensas em mim? Na minha mente, correm imagens tuas. Cada vez que fecho os olhos, lá estás tu...a sorrir...com aqueles olhos lindos, sorridentes...com aquele sorriso que me derrete todo...a olhar para mim, a dizeres-me tudo sem abrires a boca. Sentia-me tão bem cada vez que me olhavas assim. Todos os dias, ao deitar-me, digo que te amo...desejo-te uma boa noite...desejo que durmas bem, onde quer que estejas...e agarro-me às almofadas como se fosses tu. Naquela nossa posição. Lembras-te? Desde a primeira noite que dormimos juntos, que temos a nossa posição. Todos os dias adormecia-mos assim...agarradinhos. Não havia nada melhor.
Mas hoje, dormes com outra pessoa. Será que também te agarra assim? Será que também acorda de noite, só para olhar para ti? Será que quando se deita tarde, em que já estás a dormir, te dá sempre um beijo de boa noite, e te diz baixinho que te ama? Será que corres no pensamento dele, desde que acorda, ao deitar? Será que gosta de ti o suficiente para que te dê o que mereces? Para que te trate da maneira que mereces?
Tantas vezes que me disseste que fomos feitos um para o outro. Tantas vezes me disseste que era o homem da tua vida. Tantas vezes que sorriste para mim, a dizeres que me amas. Onde está isso tudo? Não posso acreditar que tenha tudo desaparecido, as coisas não funcionam assim.
Tenho a certeza que ainda te lembras de mim.
Há coisas que não percebo...eu nunca te bati como te fazia o pai da tua filha. Eu nunca chegava a cada bêbedo como o teu ex marido. Eu nunca me droguei como o teu ex namorado. Eu nunca fui preso por roubar carros como o teu outro ex namorado. Eu nunca te traí como quase toda a gente com quem estiveste. E aturaste essas merdas durante anos. E no fim, eu que sempre te dei tudo, eu que sempre te tratei bem, que sempre te ajudei quando podia e quando não podia, que sempre te protegi, que sempre te amei sem qualquer dúvida, que trabalhava para que não te faltasse nada, que sempre estive ao teu lado, a abraçar-te cada vez que precisas, e no fim é a mim que deixas sem olhar para trás? Mas que raio!! Que se passa contigo?? Tens aqui uma pessoa disposta a fazer de ti a mulher mais feliz da tua, a dar-te o filho que sempre me pediste, a dar-te a vida que sempre desejaste, que quer lutar para que o nosso futuro seja calmo, e abandonas tudo? Não te percebo...juro que não te percebo...
Eu não sou uma pessoa má...os únicos problemas que tinhamos entre nós era o meu feito contra o teu feitio. Era só por isso que discutíamos...e sempre te quis mostrar que qualquer casal discute. Que é normal isso acontecer. E no fim, é a mim que me abandonas. É a mim, que ignoras...é a mim que me magoas ao fingires que não sou importante...
Mas acredita...que apesar do mau feitio...apesar das discussões, eu sou o homem da tua vida...acredita nisso. E sempre te disse, que nunca ninguém ia fazer por ti, o que eu fiz. Nunca ninguém ia cuidar de ti, como eu cuidei. E acredita, que é verdade. Porque o que eu sentia, era mais que amor. Era paixão! Era uma paixão enorme, de como alguém como tu, poderia estar com alguém como eu! E continuo sem perceber....
Há certos dias em que acordo e tento odiar-te, para que seja mais fácil...mas nem sequer consigo pensar em nada de mau de ti.
Tu não fazes ideia do quanto me estás a magoar, pois não...? Claro que não fazes...até porque eu nunca te mostraria esse meu lado.
Estou cansado, sabes...estou cansado de chorar...de estar sozinho. Muita gente me diz que isto passa quando encontrar alguém que volte a gostar de mim, pelo que sou. É possível, não sei...só quando atravessar essa ponte, é que poderei dizer. E até lá? Como é que passa...? É simples...não passa...vou ficar aqui, sentado num canto, sozinho neste quarto, nesta casa, a ouvir ecos da felicidade que tivemos. Da vida que passei contigo. Daquela vida que me faz falta. E deixar as lágrimas escorrerem pela minha cara...
Tenho tantas saudades tuas...
Fazes-me tanta falta...
Sinto tanto a tua falta...
Não me deixes...fica comigo...

És linda...e morro de amor por ti...
Por ti...tudo.

Luv ya babe...

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Para todos vocês...

...o meu obrigado.
Para todos os que lêem o que escrevo todos os dias. Para todos os que que me apoiam nesta fase menos boa da minha vida, para todos os que me tentam dar força, o meu muito obrigado. Do fundo do coração.
Porque é maravilhoso ver pessoas que não conhecemos, a passarem por aqui, lerem o que estou a passar e perderem o vosso tempo a comentar, a dar-me força, a tentarem puxar-me para cima. O facto de não vos conhecer e de fazerem isso todos os dias...deixa-me feliz...feliz porque afinal, há pessoas boas que se preocupam e gostam de ajudar. Não interessa quem seja...
Isso só demonstra que todos vocês têm um coração enorme, um coração de ouro, uma alma nobre e uma vontade enorme.
Merecem todos, tudo de bom. Merecem que tudo vos corra bem, e que sejam felizes, da melhor maneira que conseguirem. Adorava dar um abraço a todos, e agradecer.
Nessa impossibilidade, vai mesmo daqui:

Beijinhos, abraços, e outras manifestações de afecto!

Obrigado por estarem aí...

O dia a seguir...

...continuas a estar presente no meu pensamento. É automático...mal acordo, és tu que me invades a mente...é a tua imagem que vejo, é tudo o que me fizeste que sinto desde que acordo.
E começo a cansar...depois de ontem sinto-me já sem forças para continuar com isto, para continuar com esta sensação de perda, de mágoa, de tudo...
Ouço as pessoas à minha volta, a dizerem-me para seguir em frente, para a esquecer, para não pensar nisso, para arranjar alguém, para seguir em frente, para viver a minha vida, para...para tudo! Mas já alguém se lembrou de que não é isso que preciso de ouvir? Isso são clichês...não preciso de frases feitas, não preciso de falsos conselhos, não preciso de palavras ditas da boca para fora. Preciso de força...que é a única coisa que ninguém me pode dar.
Muitos amigos vêm ter comigo, a contar-me que também já passaram por isso, e que esqueceram, etc...e eu penso "Se esqueceste, é porque não era assim tão forte..."
Forte...aquilo que eu acho que não sou...sou forte em muita coisa, na personalidade, no feitio, na maneira de ser, fisicamente...mas nestas coisas do amor, sou a coisa mais fraca que pode haver.
Sou sentimental...choro quando tenho de chorar...e não tenho força para estas coisas. Nunca tive, e muito menos agora.
Ela vai ser sempre a mulher da minha vida...e apesar de tudo, apesar do mau feitio que eu possa ter, apesar do que se passou, eu vou ser sempre o homem da vida dela. Porque...ninguém, vai fazer por ela, metade do que eu fiz.

Sou fraco...eu sei que sou...é por isso que se vieres ter comigo, não vou ter a força para dizer que não. Porque lá no fundo...é de ti que eu gosto, é a ti que eu quero. Gostava de ter a tua força, de meter tudo para trás. Gostava de ter toda a vossa força, para poder seguir em frente. Mas a verdade, é que lá no fundo...sou fraco...
E hoje não é um bom dia...

E estou tão cansado...
Já chega...
Por favor...
Pára...

quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Hoje...

Hoje...desabaste com o meu mundo...especialmente hoje, rebentaste com tudo o que me restava de ti, com toda a esperança que tinha por ti.
Acordas-me de manhã...e sabendo eu que nunca me ligas de manhã, julguei tratar-se e algo urgente, e atendi...maldita hora em que atendi...
Com a tua voz melosa, aquela voz que me convence de tudo, aquela voz que esconde qualquer pedido por trás...e nem sequer desconfiei.
Calmamente, abriste caminho...pediste desculpa por me acordares...e finalmente, fizeste o pedido...perguntaste quando podias vir buscar as tuas coisas de casa...aquelas coisas que não são importantes no dia-a-dia, mas que fazem falta quando se vive com alguém.
A minha voz tremeu...o meu coraçao bateu como nunca tinha batido...e a engolir em seco, respondi que podias vir quando quisesses. Mas não perguntei porquê, talvez com medo da resposta. Aliás, nem tive de perguntar...tu própria fizeste o favor de contar.

"Pelo pedido que fiz, já deves imaginar o que seja..."

Sim...imaginei...claro que imaginei, nem podia ter feito outra coisa. Mas preferi que me fosses sincera, e pedi-te para continuares...

"Eu e o C namoramos...e em agosto, vou viver com ele..."

E tudo parou...um dos meus maiores receios, tornou-se realidade...
Mantive o silêncio...continuei a engolir em seco, a evitar chorar...uns segundos depois, perguntaste:

"Estás triste...?"

Demorei a responder...naquele momento, tentei digerir o que tinha acabado de ouvir. Em poucos segundos, tudo me passou pela cabeça. A tua imagem, a entrar numa casa nova com alguém que não eu...o dormires todas as noites com alguém que não eu...o cozinhares aqueles pratos que eu adoro para alguém que não eu...tudo esses pormenores que adoro em ti, partilhados com outra pessoa...tudo isso me destriu naquele momento. E com uma voz trémula, quase a chorar, respondi-te que não...não estou triste...pelo menos, para ti deixei de estar triste. Já não é nada contigo. Politicamente correcto, respondi que fico feliz por ti. Fico contente que vás dar um passo tão grande. E tu agradeceste...
Mas...entretanto, lembrei-me duma coisa...e perguntei:

"Então mas vocês andam à pouco menos de 1 mês...não achas que te estás a precipitar...?"

Ao que prontamente respondeste, como que já treinado antes:

"Não, já não estou a ir para nova e nem o C...estamos numa altura em que não podemos esperar, e se for, que seja agora..."

Depois dessa resposta, rapidamente te despachei. Precisava de soltar o que tinha dentro de mim. Precisava de mandar cá para fora a agonia que estava a sentir naquele momento. Mal desliguei a chamada, encostei-me para trás...e chorei. Chorei como não tinha chorado antes. Sim, chorei...nem tenho problemas em admitir, que chorei. Sem parar...
Deitei-me...agarrei-me ás almofadas com toda a força, e enfiei a cara nelas...e gritei...isto não me podia estar a acontecer. Porquê a mim...? Eu nunca fiz mal a ninguém...não mereço ser castigado assim...
Por isso, hoje acabaste com o meu mundo.
Toda aquela esperança que tinha de que voltasses um dia, acabou...
Hoje...destruiste-me...
Hoje...foi o dia em que o meu mundo, que partilhava contigo, acabou...
Depois de tanta força que tive, de tanta vontade de lutar que tinha...de tanto pensamento positivo que vinha a criar, tudo acabou...tu acabaste com tudo o que me restava.
Hoje...foi o dia em que finalmente, desisti de ti...
Hoje...foi o dia em que saíste de vez...

Hoje...
...foi o dia em que finalmente, caí...

Que tenhas o que nunca te consegui dar...

terça-feira, 21 de Julho de 2009

Shiuuuu

É sufocante a maneira como me fazes falta. E tu nem fazes ideia. És tu o meu primeiro e último pensamento de cada dia. E tu nem fazes ideia. Quando estás comigo, não te demonstro nem metade do que estou a sentir, para não me dares como fraco, como fácil. Finjo que estou bem, que nada me preocupa. E tu nem fazes ideia. Para não pensares que estou desesperado, dou por mim a fingir que te ignoro, que não me interessa o que fazes, dou por mim a fingir que não te ouço, só para te tentar fazer sentir um mínimo de saudades minhas. E tu nem fazes ideia. E no fim, quando chego a casa, sento-me sempre a um canto a pensar em ti, e deixo as lágrimas correrem pela cara. Só pelas saudades enormes que tenho tuas, pela vontade de te ter novamente comigo. E tu nem fazes ideia. Finjo querer ser o teu melhor amigo, só para te tentar ter por perto, só para tentar que fales comigo, só para te ouvir. E tu nem fazes ideia. Ainda só passou pouco mais de um mês de teres terminado com 3 anos de amor, e no entanto já me contas as tuas aventuras com outros rapazes, já me contas os sentimentos que tens, já me contas os perigos que corres e já desabafas comigo de tudo, sem perceberes que isso me destrói por dentro, me arruina por completo. E tu nem fazes ideia. E no fim, só me apetece agarrar em ti, olhar-te nos olhos e perguntar-te "Não percebes que ainda me corres nas veias???". E tu nem fazes ideia..."

Sonho...

A certa altura, talvez aceitemos que o sonho se tornou num pesadelo.
Dizemos a nós mesmos que a realidade é melhor.
Convencemo-nos de que é melhor nem sequer sonharmos.
Mas os mais fortes, os mais determinados, agarram-se ao sonho.
Ou então, deparamo-nos com um sonho novo no qual nunca tínhamos pensado.
Ao acordarmos, damos por nós, contra tudo o que seria de esperar, novamente esperançados.
E, se tivermos sorte, apercebemo-nos, de que perante tudo, perante a vida, o verdadeiro sonho, é, no fundo, conseguir sonhar...

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Saudades...

"Saudade é deitar-nos completamente exaustos, exaustos de pensar em alguém. E quando a noite finalmente acaba e o sol entra de novo pela janela do quarto fazendo-nos lembrar de imediato o mesmo nome, sabemos que o que sentimos continua a ser isso...Saudade. Como é que sabemos? – perguntaria alguém. Sabemos porque adormecemos com uma dor física não identificada situada algures entre o coração e o estômago, acompanhada de um vazio característico. Sabemos, porque mal abrimos os olhos de manhã, e já andamos à procura do telemóvel, na esperança de encontrar uma mensagem (nem que esta se resuma a um simples “bom dia”, seguido de um beijo gráfico). E caso ainda nos reste algum tipo de dúvida, confirmamos que de facto são saudades, quando este mesmo ritual de verificação se repete compulsivamente umas sessenta vezes ao longo do dia, transformando o telemóvel numa espécie de bem de primeira necessidade.

Saudades...É procurar-te na minha vida
e não te encontrar durante dias seguidos e
horas intermináveis. Saudades...foi o que
deixaste. Tenho tantas saudades tuas..."

Visto aqui

Desejo...

Muitas vezes, aquilo que mais queremos, é aquilo que não podemos ter.
O desejo deixa-nos de rastos.
Dá cabo de nós.
O desejo pode destruir a nossa vida.
Mas, por muito duro que seja desejar algo...
...as pessoas que sofrem mais...
...são as que não sabem o que querem.

...

"...Para mim nao passas de um rapazinho muito parecido com cem mil rapazinhos. E nao preciso de ti. E tu tambem nao precisas de mim. Para ti sou apenas uma raposa semelhante a cem mil raposas. Mas, se me cativares, teremos necessidade um do outro. Para mim seras unico no mundo. E eu serei para ti unica no mundo..."

Em O Principezinho

domingo, 19 de Julho de 2009

Margarida Pinto ft Pac - Aviso-te



Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Pacman:
yo, yo, yo
Fica esperta
Sei que tu sabes
Que eu sei
Que tu sabes bem
Falo a sério quando digo
Que não dá para ir mais além
Já tentámos o que havia para tentar
Até à exaustão
Esgotei toda a minha dor
Muito para lá de qualquer razão
Dá-me 1 minuto amor
Vou arrumar as minhas cenas
Fazer a minha mala com muita calma
Pôr-me a milhas dos nossos problemas
Falta-me o ar não consigo respirar
Isto está-me a matar
A pouco e pouco há tempo de mais
Tempo de mais para inventar
Mais uma história
(Margarida Pinto) Pensa bem
Yo, já pensei
Faltam-me um argumento
Para um final feliz
Tudo o que eu sempre quis
Era construir de raiz
Um amor que te obrigasse
A pedir de joelhos
Para sempre bis
Não foi suficiente para mim
(só eu sei)
Cada vez se torna mais claro
Teu problema reside numa morada
(só eu sei)
Onde eu já não páro

Não foi suficiente para mim
(só eu sei)
Cada vez se torna mais claro
(só eu sei)
(2 x's)

Yo, fica esperta

Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Margarida Pinto:
Tens uma história, amor
Dessas que trazem um cheiro que não é meu
Sabes que eu sei, tu sabes que eu sei
Tu sabes bem
Por onde andaste e com quem
Já pensei
Faltam-me argumentos p'ra um final feliz
Tudo o que eu sempre quis
Foi ter-te sempre aqui
Falta-te o ar, tu faltas-me a mim
Só eu sei tudo que te dei
Por quanto mudei e o que deixei por ti, amor
A pouco e pouco há tempo de mais
Pra, pra inventar um motivo mais
Pra tu ficares
Mas se não dá mais
Fica bem, Pensa bem

Pacman: yO, já pensei

Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Poesia - Ainda te amo...

Conta-me a história que me contaste uma vez,
Tento recordá-la quando surgem os porquês
Naquela altura a lua trazia-me mais certeza.
O tempo vai passando mas não muda a tristeza,
Quero ouvir de novo as palavras que sussurraste,
Relembrar-me dos segredos que me confiaste.
Eu continuo o mesmo, mesmo quando tu me ignoras,
Será que hoje em dia tu por mim ainda choras.
A inocência que me davas era singular,
Não sei qual foi de nós o primeiro a mudar,
Fazes-me visitas mas só temporáriamente,
Quem me dera que voltasses e ficasses para sempre.
Mas muitas vezes a tua vontade é pouco certa,
Á noite são esperanças, deixo a porta mais aberta.
O que é que se passou connosco? Diz-me, por favor!
Não é por acaso que ainda te trato por amor.
Porque é que não percebes que estou a ficar mais fraco?
Se não me queres dar um beijo, dá-me ao menos um abraço.
E diz-me que está tudo bem como antigamente,
Quando passávamos tardes a olhar frente a frente.
Eu sei que posso ser ingrato naquilo que escrevo,
E que as minhas atitudes só reflectem o meu medo.
De te perder e te ver sem poder tocar
Mas por mim podias tentar voltar a acreditar.
O que é que não gostas em mim que eu não posso mudá-lo?
Tenho esse poder mas não sei utilizá-lo
Tenho uma só razão para que a vida seja bela
Apartir da meianoite olha para a minha janela...

(Conta-me a história mais linda)
Conta-me a história mais linda!
(Que me contaste uma vez...)
Que me contaste uma vez!
(Em voz baixa conta ainda)
Em voz baixa sussurrando-me no ouvido
(Que pode ser a ultima vez)
Pode ser a ultíma vez!

A saudade aperta e não dá para ignorar
A dor fica cá dentro como uma ferida por sarar.
Eu hoje recordo bons momentos que contigo passei
Mas a tua partida foi algo que nunca imaginei.
Mesmo com o tempo passando os sentimentos são iguais
Se calhar quando desabafei já foi tarde demais
Faço da solidão meu companheiro diáriamente
Quando sonho que voltaste e ficaste para sempre
Quando partiste simplesmente ficou um vazio cá dentro
Mas nem mesmo a distancia mudou o meu sentimento.
Semanas e dias parecem eternos
Quantas lágrimas ficaram nas folhas destes cadernos.
Houve tanta coisa que ficou por dizer
Duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer
A mágoa que carrego cá dentro sempre comigo
Dava tudo para voltar a rever o teu sorriso
Se calhar tenho culpa por ter sido tão calado
Mas tinha medo de tentar e sair mais magoado
És tudo para mim, fonte da minha inspiração
Tudo aquilo que sonho, talvez uma simples ilusão.

(Conta-me a história mais linda)
Conta-me a história mais linda!
(Que me contaste uma vez...)
Que me contaste uma vez!
(Em voz baixa conta ainda)
Em voz baixa sussurrando-me no ouvido
(Que pode ser a ultima vez)
Pode ser a ultíma vez!

Houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas
Tantas lágrimas que chorei em forma de tinta
Olho-te com a mesma paixão que te olhava de antes
Para ti já fui eterno mas apenas por instantes
Durante meses seguidos, foste tu a minha musa
Mas o medo de te perder é o que mais me assusta
Ao me lembrar de ti ganho forças para lutar
Encarar a vida injusta que tenho de enfrentar
Se te desiludi peço desculpa, mas é estranho
Não imaginas nem metade do amor que tenho
És o ponto final que termina as minhas tardes
O ponto de exclamação que dá vida ás minhas frases
Adormeço a pensar em ti, acordo contigo no pensamento
Imaginando que regressas a qualquer momento
A esperança não morre quando acordo a fantasia
Reencontrar-te outra vez era tudo o que eu queria
Se soubesses tudo aquilo que eu fiz por tua causa
A forma é diferente mas a alma é a mesma
Estás sempre calada mas eu estendo-te a mão
E por momentos passo para outra dimensão
Para um mundo diferente que um dia sonho encontrar
Ter-te do meu lado sempre que eu precisar
Nos momentos dificeis estejas lá para me apoiar
Mas a esperança que guardo é o que me faz acreditar
Num mundo que não me aceita por muito que eu tente
És o meu refugio, carinhosa e sorridente
Se te perder só espero que me encontres um dia
Mas até lá, ainda te amo...

sábado, 18 de Julho de 2009

Aconteceu um dia... II

Por vezes pergunto-me...ainda pensas em mim? Aliás...ainda te lembras de mim?
Será que quando te vais deitar, te perguntas o que estou a fazer? Ou de como estou?
Ou até mesmo durante o dia...será que eu invado os teus pensamentos?
Quero julgar que sim...quero pensar que eu não fui apagado das tuas memórias. Quero pensar que, nem que seja uma vez por dia, te lembres de mim. Que penses em mim.
E saudades minhas...tens? Eu tenho tuas...e tu nem imaginas. Continuas a ser o meu primeiro e último pensamento de cada dia.
Queres saber porque tenho a esperança de que pensas em mim? Vamos recuar umas semanas, até à última vez que te vi...
Era uma 6a feira, e eu estava em casa a estudar...eram umas 20.30, quando me ligas. Nem disseste olá, e pelo teu tom de voz alguma coisa se passava...

"Onde é que estás?"

Não estavas bem, e pediste-me para te levar ao hospital. Aí está uma coisa que nunca te conseguiria dizer que não. Vesti-me, fui-te buscar e fomos ao hospital.
O que tinhas é irrelevante para a história, mas o que importa mesmo é as atitudes...
Já na sala de espera, sentei-me ao teu lado. Perguntei se precisavas de alguma coisa, e sem dizeres nada, encostas a cabeça no meu ombro. Mas não foi só o encostar...foi a maneira carinhosa como o fizeste, o encaixar a tua entre o meu ombro e a minha cabeça, foi o aninhares-te em mim, como fizeste milhares de vezes. E eu, enrolei o meu braço à tua volta e coloquei a mão na tua cabeça. Como um gesto tão insignificante, significou tanto para mim. Naquele momento, vi o carinho que ainda sentes por mim. Vi a tua confiança que ainda tens para eu te proteger. E assim ficámos, durante uns minutos.
Nessa altura, já te sabia com alguém, porque me contaste. Andavas com ele há umas semanas.
Começaste a justificar o facto de me teres ligado a mim para te trazer ao hospital. O teu irmão não estava em casa...a tua avó não podia ir, e ele...ele estava num festival a divertir-se. Já tinhas falado com ele, que ias para o hospital e que era eu que te levava. Ora, eu não sei se é só de mim mas ainda hoje penso: "Como é possível, alguém estar com outra pessoa, saber que ela vai para o hospital cheia de dores sem saber o que tem, saber que vai com o ex namorado com o qual passou alguns anos, e ainda ficar tranquilo num festival a ver concertos?"
Se fosse eu, tinha saído a correr...tinha voado, estivesse onde estivesse. Nem que tivesse que atravessar um mar de 500 mil pessoas, eu não ficava parado. Eu ia ter contigo, eu ia cuidar de ti. Mas ele não...ele ficou a divertir-se...e eu é que estava ali contigo, a cuidar de ti, a tomar conta de ti, a ter a certeza de que recebias tratamento. E isso irritou-me tanto, como é que alguém te poderia "ignorar" dessa maneira.
Adiante...
A certa altura, desencostas-te de mim...e ficas a olhar para mim...ficámos, sem exagero, 30seg a olhar um para o outro. Sem falar. Sem tirar os olhos dos teus. Sorriste, aproximaste-te de mim, e encostaste a tua cabeça na minha...frente a frente. Testa com testa. De seguida, dás-me um beijo na cara...mas foi um beijo com ternura. Com carinho. E eu retribuí. E voltaste a encaixar-te no meu peito...e na posição que estavas, a tua boca estava a menos de 10cm da minha...bastava virar-me, e beijava-te. Naquele momento, esse pensamento correu-me pela cabeça várias vezes. Hesitei...podias não gostar. Mas tinha a certeza de que não dizias que não. Tinha a certeza que se encostasse os lábios nos teus, não ias fugir...mas não o fiz. E hoje arrependo-me de não o ter feito.
Mais tarde, ele liga-te. Levantas-te e vais falar para onde não te consigo ouvir. Uns minutos depois, chegas e começas a resumir a conversa com ele, sem eu te perguntar nada. Até que me dizes:

"Ele diz que estás a ser espectacular, por estares aqui comigo. Estás a ser uma excelente pessoa, obrigado por me teres trazido"

Eu digo que não...sou uma pessoa normal, não tenho nada de espectacular, nem de excelente. Penso para mim que só o faço, pelo que sinto por ti. Será que não percebes isso? E voltas a responder:

"És...és uma excelente pessoa, e ao contrário do que pensas, eu lembro-me sempre disso. Eu nunca me esqueço da pessoa que és"

E no entanto, mesmo sendo uma excelente pessoa, não estás comigo. Desculpa, mas não faz sentido. Era o que me apetecia ter dito, mas não ali, no hospital, rodeados de pessoas.
Passadas algumas horas, lá nos despachámos do hospital. Meia dúzia de medicamentos receitados, e iamos a caminho de casa.
Quando estávamos a chegar, ia deixar-te à porta de casa. Até que apontas para um lugar vazio, para estacionar. Olho para ti, e pergunto se é suposto eu subir até tua casa.

"Sim, sobe...se quiseres, claro"

Não disse que não. Estacionei e subimos.
A tua avó veio logo ter contigo, para saber como estavas. E quando me viu, abraçou-me. Disse uma dúzia de vezes que gosta muito de mim, e agradeceu-me outra dúzia por ter tratado de ti.
Já era tarde, e mesmo vestida, deitas-te na cama. Só queres descansar do longo dia, e dormir. Eu tapo-te, coloco os cobertores de forma a não teres frio. E sento-me a ver TV.
Era minha intenção ficar ali até adormeceres. Mas as constantes mensagens que ias recebendo quando estavas mais para lá do que para cá, impediam-te de dormir. E eu já estava a ficar com sono. E não ia ficar ali a dormir. Embora na minha cabeça corresse o desejo de que me pedisses para me deitar ao teu lado, sei que não o ias fazer. Quase 2h depois, já extremamente cansado, resolvi ir embora. Ainda estavas acordada, sonolenta. Chego-me perto de ti, e digo-te baixinho que vou embora. Abanas a cabeça. Aproximo-me de ti, devagarinho, para te dar um beijo na cara. Mas a forma como estavas deitada, impedia que conseguisse dar-te um como deve ser. Por isso, ao aproximar-me, toquei-te ao de leve na boca. Fiquei assustado por ter medo que pensasses que te beijei de propósito. Mas a tua reacção, deixou-me ainda mais espantado: quando sentiste tocar-te nos lábios, beijaste-me de volta...como se de um beijo verdadeiro se tratasse. Tudo isto num segundo. Nem foi considerado um beijo, nem nada. Foi só um toque. E mesmo com esse toque, lá te dei um beijo na cara e disse-te baixinho, que se precisasses de alguma coisa, que me podias ligar.
E assim, fui embora...
Desde então, nunca mais te vi. Falei contigo por tlm só mais uma vez, de coisas triviais. Durante uns dias, senti-me bem, porque conhecendo-te como conheço, senti que ainda sou parte de ti. Senti que ainda existem sentimentos por mim. E fiquei feliz, por saber que não fui esquecido. No entanto, este silêncio que perdura, faz-me começar a pensar o contrário. Desapareceste...nunca mais ligaste...
Em conversa com um amigo nosso, contei-lhe esse dia. A resposta dele foi breve e resumida:

"Foste estúpido. Nunca devias ter ido. Já não és o namorado dela, o outro que a levasse."

Eu fui porque gosto dela. E porque apesar de tudo, ainda está presente em mim.
Mas será que fui...?
Estúpido...?

sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Como tudo começou...

Já nos conhecíamos desde meados de 2001...mas pelos diferentes grupos de amigos, nunca chegámos a "interagir" muito um com outro. Passado pouco tempo, deixei de saber de ti. Nunca mais ouvi falar de ti. Ainda me lembro da última notícia: "Casou-se, foi viver para fora de Lisboa". Pronto, que seja feliz, pensei eu.
5 anos depois...estava eu no café com um amigo, na conversa, quando entras tu com um amigo nosso...ainda me lembro de ter ficado a pensar, como estavas diferente desde a última vez que te vi. Estavas mais...mulher, mais madura. Estavas de cabelo apanhado, tal como sempre gostei de te ver. Sentaste-te na mesma mesa, e começámos a falar os 4. Nada de mais, conversa amena, recordar encontros anteriores, etc. Eventualmente, lá tivemos que ir embora. Despedi-me de ti, e fiquei com a tua imagem na cabeça. Aquele momento a entrares no café, ficou-me gravado na mente. Como se alguma fosses a peça que falta de um puzzle. Como não tinha o teu nº, resolvi ir pelo meio mais básico que me lembrei...pedir-te pelo hi5! Mas como ia dar muito nas vistas pedir só o teu, fingi que queria o do outro amigo e já que estava com a mão na massa, pedi também o teu. Pronto, pedi-te só o email do MSN. Isto em Setembro...O tempo passou, e estranhei a ausência de resposta. Talvez não estivesses interessada, mas voltei a insistir. Quase no final de Outubro, respondes...dás o teu e o do nosso amigo. E assim adicionei.
No dia seguinte, encontras-me online e metes conversa comigo. Sei que passámos 2 dias inteiros, de manhã à noite na conversa. Só a parar para dormir. Contaste-me coisas que não sabia, já te tinhas separado, estavas a viver em casa do teu irmão algures no alentejo, etc. Criou-se uma enorme empatia. Já só pensava em ti. A certa altura, contas-me que queres vir cá á cidade passar uns dias com a tua avó. Mas que seria difícil vires de transportes, senão só de boleia no final do mês. Como eu queria estar contigo rapidamente, ofereci-me para te ir buscar. E assim foi.
Quando vínhamos no carro a caminho de cá, lembro-me de ter feito uma piada e de nos termos rido sem parar durante algum tempo. Instintivamente, sem dar conta, dei-te a mão...segurei na tua e olhaste para mim. Sinceramente, esperava que a tirasses...mas não, apertaste a minha e fizeste festas. Foi aí que soube que alguma coisa iria nascer dali...
Chegámos a casa da tua avó, por volta da hora do jantar. Ajudei-te a levar as malas para o prédio, e ficámos uns minutos na conversa. Combinámos fazer qualquer coisa depois de jantar. Na despedida, foi sem pensar...beijei-te...mesmo à porta do teu prédio, beijei-te...lembro-me perfeitamente da sensação, da tua língua, da tua mão na minha cara, de eu te agarrar...e do teu vizinho a entrar no prédio! E fui jantar...
2 horas depois, vim buscar-te...o entusiasmo era grande! Sem ideias do que fazer, e levado pela alegria, resolvi fazer o que nunca fiz com ninguém...levei-te ao meu sítio, ao meu refúgio...ao único local que me acalma quando preciso, onde posso estar sossegado. Sempre me disse que nunca levaria lá nenhuma namorada, nenhuma curte, nenhuma amiga. E até te ter conhecido, algumas passaram, e sempre ficou virgem de raparigas. Até que te levei...levei-te porque senti que devia levar, porque algo me chamou para te levar. Sei que adoraste...sei que te sentiste calma e sei que te acalmou. Conversámos durante algum tempo, brincámos, rimos, etc. Até que te perguntei...

"Bom...depois disto tudo, como ficamos...? Andamos...?"

Olhaste para mim, e pediste-me calma. Tinhas ainda muito por resolver, muito para tratar na tua vida, e nem sequer estavas a viver cá. E a minha relação com o teu irmão, não era das melhores, mas isso já são outros assuntos. Concordei, vamos com calma, não falamos disto a ninguém, e vamos ver no que dá.
Digo-te, que o início desta relação entusiasmou-me. E levado por isso, resolvi apresentar-te a uma das pessoas mais importantes da minha vida: a minha sobrinha. Obrigatoriamente, ias ter de conhecer o resto da família, e tu nem sequer te importaste...e assim, tornou-se oficial. Passaste a viver cá, em casa da tua avó. Contaste a quem conhecias, e a quem de direito. Começou a nossa relação...

Quase 3 anos depois, ainda me lembro de várias conversas que fomos tendo.

"Se soubesse que ia ficar contigo, nunca me tinha casado e tinha começado contigo quando nos conhecemos"

Adorei o teres dito isso...ficou-me gravado na memória.
E foi assim que começou...a relação mais bonita que tive. A relação, que apesar de tudo, adorei e que vou lembrar durante muito tempo.

E no final, só tenho uma coisa a dizer...
Ainda me corres nas veias...

Guaranteed...

I knew all the rules but the rules did not know me...

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Traição...

De certa forma, a traição é inevitável. Não a física, mas qualquer uma.
Quando os nossos corpos nos traem, a medicina é a solução para recuperar.
Quando nos traímos uns aos outros...a via da recuperação é menos evidente.
Fazemos aquilo que for preciso para recuperar a confiança perdida.
E depois há algumas feridas, algumas traições, que são tão profundas...que não há forma de as reparar.
E, quando isso acontece...não há mais nada a fazer, senão esperar...

Alguém me explica...

...como é que tiramos da nossa cabeça a pessoa que gostamos...?

quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Compromissos

Há alturas em que até os melhores têm dificuldade em comprometer-se.
E até podemos ficar surpreendidos com os compromissos de que estamos dispostos a prescindir.
Os compromissos são complicados.
Podemos admirar-nos com compromissos que estamos dispostos a fazer.
O verdadeiro compromisso exige esforço.
E sacrifício.
E é por isso, que por vezes...temos de aprender da forma mais difícil.
Escolher os nossos compromissos com muito cuidado...

Hoje...

Hoje [especialmente hoje] sinto uma falta atroz dos teus braços.
Uma vontade imensa de te abraçar, de te olhar, de te encher de mimos, de te dizer como trouxeste luz e felicidade à minha vida.
Esta noite sonhei contigo. Vieste dar-me um abraço. O único presente que pedi. Um abraço embrulhado em braços quentes. Foi um sonho bom. Um pedacinho de alegria que encheu o meu coração de esperança.

Hoje [especialmente hoje] sinto uma falta atroz dos teus braços.
Uma saudade que me rasga por dentro ao mesmo tempo que me faz cerrar os olhos e imaginar-te perto.
Gosto de ti. Muito. Tanto que às vezes me zango por te ter deixado partir.

Hoje [especialmente hoje] sinto uma falta atroz dos teus braços.
Das nossas conversas pela noite dentro e dos segredos confessados à sombra das árvores perfumadas dos frutos plantados por ti.
Sinto falta do teu olhar doce, das mãos generosas, do corpo de mulher valente.
Sinto falta de ti, mesmo sabendo que não estás do meu lado.

Primeiro beijo... II

O dia em que se trocam os primeiros beijos não se esquece!
Não se esquecem as sensações que os antecedem:
as brincadeiras, as hesitações, os olhares, a espera…
Nem se esquece tudo o que os acompanha:
o toque, o cheiro, o gosto, a entrega, o prazer, a alegria…
Por vezes, nem se chega a perceber a intensidade do momento.

No dia em que se trocam os primeiros beijos,
Brincamos, rimos, gozamos, somos amantes…
Nesse dia, o mundo sorri para nós e nem sempre percebemos!

Desse dia, recordo os nossos corpos lado a lado, os dedos entrelaçados,
as cabeças na almofada, os olhos fechados, as bocas coladas...
Além dos beijos, recordo o teu sorriso, o teu olhar,
o teu cheiro, o prazer que existiu...
Recordo os instantes em que foste minha…

terça-feira, 14 de Julho de 2009

Devagarinho...

Não vou pôr-te flores de laranjeira no cabelo
nem fazer explodir a madrugada nos teus olhos.

Eu quero apenas amar-te lentamente
como se todo o tempo fosse nosso
como se todo o tempo fosse pouco
como se nem sequer houvesse tempo.

Soltar os teus seios.
Despir as tuas ancas.
Apunhalar de amor o teu ventre.

Amor

O amor é verde...veio uma vaca e comeu-o!

segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Amizades...?

O que leva a as pessoas a quererem criar amizades?
Virem ter connosco para falarem sobre algo, meterem conversa sobre qualquer coisa só para quebrar o gelo. Falamos de coisas básicas, de coisas simples, para começar a apalpar terreno. Vêm as perguntas mais pessoais, que se responde sem problemas. Depois, coisas mais íntimas...relações passadas. Começamos a conhecer a pessoa mais um bocadinho. Começamos a gostar. Do outro lado, o sentimento parece ser mútuo. Passam-se dias, sempre a conversar quando há hipótese. A conversa flui normalmente, rimos, brincamos, desabafamos.
E de repente...num dia mais à frente, a conversa acaba. Já não se fala quando se tem hipótese. Ficamos a pensar que está ocupado/a. Ok. Falamos nós, e do outro lado só vêm respostas monossilabicas. Sim, nao, lol, ok, etc... Perguntamos se está tudo bem, temos a confirmação que sim. Ok, deve ser um dia mau. Passam-se mais dias, e a atitude é sempre a mesma. Até que se deixa de falar.
E no fim, pensa-se...então...mas porque raio veio falar comigo no início? Foi alguma coisa que eu disse? Perdeu o interesse de repente? O quê?
Enfim...mais uma suposta amizade, que não o é. Mais um "engano".
Cobardia...

domingo, 12 de Julho de 2009

I'm Still Here...

she said to me, over the phone
she wanted to see other people
i thought, "well then, look around, they're everywhere"
said that she was confused...
i thought, "darling, join the club"
24 years old, mid-life crisis
nowadays hits you when you're young
i hung up, she called back, i hung up again
the process had already started
at least it happened quick
i swear, i died inside that night
my friend, he called
i didn't mention a thing
the last thing he said was, "be sound"
sound...
i contemplated an awful thing, i hate to admit
i just thought those would be such appropriate last words
but i'm still here
and small
so small.. how could this struggle seem so big?
so big...
while the palms in the breeze still blow green
and the waves in the sea still absolute blue
but the horror
every single thing i see is a reminder of her
never thought i'd curse the day i met her
and since she's gone and wouldn't hear
who would care? what good would that do?
but i'm still here
so i imagine in a month...or 12
i'l be somewhere having a drink
laughing at a stupid joke
or just another stupid thing
and i can see myself stopping short
drifting out of the present
sucked by the undertow and pulled out deep
and there i am, standing
wet grass and white headstones all in rows
and in the distance there's one, off on its own
so i stop, kneel
my new home...
and i picture a sober awakening, a re-entry into this little bar scene
sip my drink til the ice hits my lip
order another round
and that's it for now
sorry
never been too good at happy endings...

Destino

"Que estranho destino é o meu que apenas me consente paixões ardentes e me faz esgotar em amores improváveis"

Começar de novo

Quem determina quando acaba o velho e começa o novo?
Não é um dia no calendário, nem um aniversário, nem um ano novo.
É um acontecimento. Grande ou pequeno.
Algo que nos faz mudar.
Idealmente, dá-nos esperança.
Uma nova forma de viver e olhar para o mundo.
Esquecer velhos hábitos e memórias antigas.
O que é importante é não deixarmos de acreditar que podemos começar de novo.
Mas também é importante lembrarmo-nos que no meio de tanta coisa má, há coisas às quais vale a pena mantermo-nos ligados.

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Outros tempos...

Ela: Gostas de mim...?
Eu: Não...
(pausa...)
Eu: Eu amo-te muito...

quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Primeiro beijo...

Para um beijo ser mesmo bom, tem que ter algum significado.
Tem que ser com alguém que não conseguimos tirar da cabeça.
Para que, quando os lábios se tocarem, sintamos isso por todo o corpo.
Um beijo tão sensual e profundo que nem vamos precisar de respirar.
Não podemos brincar com o primeiro beijo...
Acreditem...não o iriam querer fazer...
Porque quando encontrarmos a pessoa certa, um primeiro beijo é tudo.

Tudo...

"Olhos que não vêem, coração que não sente". Passei anos a ouvir este chamado "ditado"...sempre achando parvo como se poderia esquecer alguém se não o/a víssemos. Se gostássemos de alguém, era no coração que ficava, e não só por vermos fisicamente a pessoa. Era o que achava...e já não é o que acho.
Uma semana desde a última vez que te vi...basta uma semana sem te ver, para começares a desvanecer dos meus pensamentos. Bom, não tanto dos pensamentos...mais do coração. Eu amo-te...sem dúvida que te amo, mas o facto de já não estares presente na minha vida, faz com que "desapareças". Da mesma maneira que o fazes comigo.
É engraçado como as coisas se processam...Num dia estamos no topo do mundo, em que tudo parece fluir com uma naturalidade única. E nem nos apercebemos da enorme tempestade que vem por trás. E quando chega, é tarde de mais. Tentamos procurar abrigo, tentamos sair dali o mais rápido possível, mas o processo já começou. A separação ocorre, e desapareces no meio da neblina. Chamo-te...grito por ti...gasto todas as minhas forças a procurar-te, a tentar trazer-te de volta, a pensar que te possas perder. É apenas porque aprendi a preocupar-me contigo. Aprendi a tratar de ti, aprendi a proteger-te. Aprendi a ser o teu escudo, a tua protecção. Sem dúvida, porque sempre me disseste que era o único a proteger-te, que não tinhas mais ninguém. O papel era pesado, mas por amor fazia-se tudo. E eu tudo fiz. Lutava para que não te perdesses no meio da tempestade. Estúpido, não reparava eu que já te tinhas encontrado. Quando a tempestade acalma, vejo-te ao longe. Vejo-te na protecção de alguém, que não sou eu. Exclamo para comigo que não é possível...sou eu que tenho que te proteger. Mais ninguém o sabe fazer. Mais ninguém o pode fazer! Como é possível depois de todas as batalhas que travámos juntos? A fraqueza apodera-se de mim...Caio de joelhos, ao ver-te a afastares-te. A distância aumenta, e eu grito por ti, ao mesmo tempo que me ignoras. Que finges não me ouvir. Tu ouves-me...tenho a certeza que me ouves, mas por uma razão que desconheço, não queres ouvir. Grito...volto a gritar...chamo-te várias vezes, e tu vais-te afastando. Olho para a minha mão...a aliança!! Onde está a aliança?? Olho em volta...não a encontro. Procuro incessantemente por ela...será que caiu...? Não pode...não... Levaste-a tu...és tu que a guardas. Finalmente, páras...eu calo-me, para ver a tua reacção. Viras-te para trás, devagarinho. Olhas para mim, com aquela cara que só tu sabes fazer, quando te sentes tocada por algo. Tento dizer-te muita coisa, mas nada me sai. A boca não se mexe. Mas não interessa, sabes tudo o que poderia dizer. Ficas a olhar para mim, como que a ler-me. Como que a decidir. "Não te vás embora" penso eu...nada mais me ocorre naquele momento. Lá ao fundo, alguém te chama. Tiras os olhos de mim...lentamente, baixas a cabeça...voltas a olhar para mim, a abanas a cabeça muito devagarinho...como que a despedires-te. Até que me viras as costas, e continuas o teu caminho. Alguém te segura agora. E a mim...? Quem me segura? Nunca pensei eu que pudesses desaparecer assim...
Agora, digo-te adeus...acredita que perdes mais tu, do que eu. De toda a gente que tiveste na tua vida, fui eu o melhor que te poderia ter acontecido. Tu sabes disso...toda a gente á nossa volta sabe disso. Toda a gente te dizia isso. E agora, que toda a tua vida se tornou mais calma, mais fácil, vais-te embora. Toda a luta foi em vão, todo o esforço foi sem sentido. Preferia não ter lutado, se era para terminar assim. De que valeu a pena? Nada...
Por mais que estejas a desaparecer, continuo a pensar em ti...imagens invadem-me o pensamento, imagens tuas...imagens tuas com outro alguém. Imagens tuas no corpo de alguém. Abano a cabeça rapidamente, em sinal de reprovação. Não quero nada disso. Muito menos que me estragues o dia-a-dia. Estou a entrar num ponto sem retorno. Há pouco tempo atrás, voltaria para ti sem sequer pensar. Bastaria pedires. Agora...agora não o faria...agora pensaria duas...três...quantro vezes...as que fossem necessárias. O ponto sem retorno será quando já não quiser voltar para ti de nenhuma forma. E já não falta muito...começo a cansar de viver isto todos os dias. Foste importante, mas não és mais importante que eu. Porque apesar das discussões...apesar do mau feitio...eu vou continuar a ser o homem da tua vida, e nunca mais vais encontrar alguém que te dê tanto como eu te dei, que seja sincero como eu te fui, que te ofereça toda a fieldade que te ofereci...vais-te lembrar de mim várias vezes. E um dia...quando alguém te voltar a fazer mal, quando alguém te voltar a magoar, quando alguém te voltar a bater, quando alguém te voltar a trair, quando alguém te voltar a abandonar, tu vais parar e vais pensar que no final de contas...eu não era assim tão mau. No final de contas...era comigo que tinhas uma vida estável. E no final...será tarde de mais.
Vai haver um dia, em que alguém virá e vai querer tudo o que tenho para dar. Toda esta força de querer, toda esta força de lutar, será aproveitada por alguém. E não serás tu. Eu sou único. E sei bem o quanto posso dar. Só espero que alguém me encontre. Porque preciso de ser encontrado...
Rapidamente...

terça-feira, 7 de Julho de 2009

Kate Nash - The Nicest Thing



All I know is that you're so nice
You're the nicest thing I've seen
I wish that we could give it a go
See if we could be something

I wish I was your favourite girl
I wish you thought I was the reason you are in the world
I wish my smile was your favourite kind of smile
I wish the way that I dressed was your favourite kind of style

I wish you couldn't figure me out
But you always wanna know what I was about
I wish you'd hold my hand
When I was upset
I wish you'd never forget
The look on my face when we first met

I wish you had a favourite beauty spot
That you loved secretly
'Cause it was on a hidden bit
That nobody else could see
Basically, I wish that you loved me
I wish that you needed me
I wish that you knew when I said two sugars,
Actually I meant three

I wish that without me your heart would break
I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake
I wish that without me you couldn't eat
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep

Look, all I know is that you're the nicest thing I've ever seen
And I wish that we could see if we could be something
Yeah I wish that we could see if we could be something

(nunca foi minha intenção colocar músicas aqui...mas depois de me terem apresentado esta música, que não páro de ouvir, tive de coloca-la e partilhá-la convosco. Os meus agradecimentos a S.*)

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Preciso...

Preciso de alguém novo, alguém que me faça sentir bem novamente.
Alguém que me faça sorrir por coisas de nada. Alguém que me olhe nos olhos e diga tudo sem abrir a boca. Alguém que se agarre a mim só porque tem vontade de me abraçar. Alguém que me ligue só para ouvir a minha voz. Alguém que goste de mim e que prometa que não vai a lado nenhum. Alguém que adormeça agarrado a mim, seja de que maneira for. Alguém que me acorde de noite só para dizer que me ama. Alguém que me desperte com um bom dia escondido num sorriso rasgado. Alguém que corra para os meus braços depois de passar alguns dias sem me ver. Alguém que me tenha no 1º e último pensamento de cada dia. Alguém que me sussurre ao ouvido que quer fazer amor comigo. Alguém que me faça juras de amor. Alguém que me tire o fôlego com um beijo. Alguém que me ame pelo que sou e não pelo que quer que eu seja. Alguém que ouça quando tenho problemas. Alguém que me diga que não faz mal em chorar. Alguém que esteja lá em qualquer circunstância. Alguém que não se vá embora depois de uma discussão. Alguém que me respeite. Alguém que me seja fiel. Alguém que me diga que precisa de mim. Alguém que encoste a cabeça no meu peito. Alguém que goste que a abrace, só porque se sente mais protegida.
E eu preciso desse alguém, não por sentir falta ou por querer alguém, mas porque querer dar tudo o que tenho para dar. Porque quero dar tudo o que tenho cá dentro, tudo isto que se está a acumular.
E aí sim...preciso de alguém que queira receber...

domingo, 5 de Julho de 2009

You're my prison...

Amava-te como a ninguém
Esperava que organizasses a tua vida
Como me dizias...ias lutar por mim

Soube-te entretanto com outro alguém
Alguém que não pensava que fosse existir
Com muito sofrimento tentei ultrapassar

Mas...ao fazer amor com outra pessoa
Disse o teu nome...
Procurei o teu corpo
Não eras tu...Senti-me terrivelmente mal
O meu corpo só te quer a ti

Fé...

No final das contas, a fé é uma coisa engraçada.
Aparece quando menos se espera.
É como se um dia percebêssemos que o conto de fadas pode ser um pouco diferente do que com que sonhávamos.
O castelo, poderá não ser um castelo.
E não é tão importante que se seja feliz para sempre.
Só que se é feliz agora.
E de vez em quando, as pessoas podem deixar-nos completamente surpreendidos.

Tenho saudades...

...de chegar a uma mulher, meter as minhas mãos na suas cintura, puxá-la contra mim, bem juntinhos, poder abraçar e indo subindo e descendo as mãos pelas suas costas, enfia-las por debaixo da roupa, sentir cada contorno do seu corpo, enquanto os meus lábios encontram o seu pescoço, levantando bem devagar a roupa, ao mesmo tempo que vou admirando, tocando, calmamente, sem pressas, ocupar a sua boca com a minha, enquanto ela tira a minha roupa, sentir o corpo quente dela encostado ao meu, sentir o bater do seu coração, sentir cada respiração, sem barulho...pegar nela suavemente e deitá-la, e começar a fazer um amor bom, a gozar cada gemido e cada movimento, olhar bem nos olhos, dizer o que vai na alma sem sequer abrir a boca, demonstrar todo o meu sentimento em todos os movimentos, em cada olhar, em cada beijo, sem perder cada sensação do seu corpo debaixo do meu, cada curva, sentir todo o calor que emana de nós os dois, parar por breves instantes para apreciar a sua beleza, dizer-lhe tudo simplesmente a sorrir...recomeçar bem devagarinho, sem nunca acelerar, gozar cada sensação que ela me dá, cada toque de mãos que faz no meu corpo, cada unha a arranhar as minhas costas, aguentar sempre que estiver quase lá, para depois voltar a prolongar mais um bocadinho, até não aguentar mais, terminado com um orgasmo que nos deixa sem ar, de boca seca, sem saber onde estamos...terminando com ela a deitar a cabeça no meu peito, braço á volta dela, festinhas na cabeça, beijo na testa, e adormecer ali com um sorriso nos lábios...

De ti...

De ti, quero apenas que me dês um dia...
Que me deixes ser...
Que queiras ser...
Que me tires o medo de ser...
Que me ajudes a despir-te dos teus...
De ti quero que me dês a oportunidade...
De ti quero que cries a oportunidade comigo...
De ti quero q queiras somar momentos comigo...
De ti quero que me faças melhor do que sou, que me ajudes a ser...
Que marques em mim memórias boas do futuro e do passado...
Que me faças rir como a uma criança...
E que mesmo nos dias maus me deixes estar a teu lado...nem que seja para que não deixe aproximar mais nuvens àquelas que já te povoam a mente...
De ti quero apenas ser mais de mim...

sábado, 4 de Julho de 2009

Esquecer...

Se queres estar longe de mim, então tudo bem.
Eu dou-te esse tempo longe de mim, porque eu dou-te tudo o que quiseres.
E mesmo se não te lembrares de mim, se não te lembrares do que fomos,
continuarás a ser a minha A.
E eu lembrar-me-ei pelos dois.

Li algures...

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amor não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas e começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio do vão. Depois de um tempo aprendes que o sol queima se ficares exposto por muito tempo.... e aprendes que não importa o quanto te importes, algumas pessoas simplesmente não se importam.... e aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando e tu tens que perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida mas o que és na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendemos que não temos de mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam; percebes que tu e o teu amigo podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos....
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti, muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que a vemos. Percebes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros mas com o melhor que tu próprio podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres ser e o tempo é curto.
Aprendes que não importa onde chegaste mas onde vais, mas ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação porque existem sempre dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que fizerem o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que a paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais é uma das poucas que te ajuda a levantar.
Aprendes que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas, do que quantos aniversários celebraste. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse. Aprendes que quando estás com raiva, tens todo o direito de estar com raiva mas isso não te dá o direito de seres cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que esse alguém não te ama, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti próprio, aprendes que com a mesma severidade com que julgas serás em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores, e aprendes que realmente podes suportar....que realmente és forte, e podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais.
E que realmente a vida tem valor e tu tens valor diante da vida!!

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Aconteceu um dia...

Um dia, discutimos por coisas fúteis. Foi por causa da tua cunhada, salvo erro. Como não gostas dela por aí além, preferias que eu também nem lhe desse trela. Mas um dia, ao contar-te que qualquer coisa que supostamente não deveria saber, discutiste comigo. Nem consegui fazer-te ver que a culpa nem era minha, mas sim deles. Mas não quiseste saber.

"Não acredito que me deixaste assim tão mal vista" disseste tu.

Eu não te deixei mal vista...fartei-me de te explicar que não fiz nada,limitei-me a ouvir o que me tinham para dizer. Não tive hipótese.

"Não te quero ver mais, não quero saber de ti!" gritaste tu no meio da gare do oriente.

Não...não vou discutir em público. Muito menos por coisas que não tenho a mínima culpa. Aí, virei-te costas e fui para o carro. Tu seguiste o caminho para o metro.
Nem 5min depois, ligas-me...com a voz nervosa, continuas a discutir. Mas desta vez baixinho, para ninguém te ouvir nas carruagens.
Disseste-me coisas más...coisas que ninguém gostaria de ouvir de uma pessoa que ama. E eu sempre a tentar fazer-te ver que estavas errada. Que não fiz nada. Nunca te faria mal. Mas não querias saber. O simples facto de ter falado com pessoas que tu não falas e não gostas, foi suficiente. E eu já farto, comecei a discutir contigo por estares a fazer isso. Fomos o caminho todo a discutir. Eu cheguei a casa. Tu chegaste a casa.

"És uma desilusão, és a maior desilusão da minha vida. Não te quero ver mais" soltaste tu mal te encontraste no sossego da tua cama.

Não. Não tens esse direito. Fiz mais por ti do que qualquer outra pessoa, não tens o direito de me dizer isso. Expliquei-te isso até que cometeste um grande erro. Trouxeste a minha sobrinha para a conversa. Tu sabes que a minha sobrinha é tudo para mim. E tu não és ninguém para sequer falares dela nesse tom. A minha sobrinha adora-te e tu não és ninguém para falares sequer nela no meio de uma discussão.
Aí...eu já cansado de discutir...de culpar...de gritar, perdi a noção de tudo e atirei-me a ti verbalmente. Mandei-te para muitos sítios...jurei que nunca mais me ias ver nem ouvir. E tu continuaste a tua discussão. E aí, explodi...e disse-te muito calmamente:

"Ouve-me com atenção...pois só te digo isto uma vez. A partir de hoje, tu para mim morreste. Não quero saber mais de ti, não te quero voltar a ver, tu para mim deixaste de existir"

E ficaste calada. Como que a tentar compreender se era aquilo que estavas a ouvir. Não disseste uma palavra durante varios segundos. O silêncio naquele momento reinou...
Desliguei a chamada. Sentei-me na cama...olhei para o telemóvel a pensar se de facto tinha acabado de dizer aquilo. Disse. As palavras corriam-me na cabeça. Então, desliguei tudo. Telemóvel, PC, telefone de casa...desliguei-me de toda e qualquer forma de contacto. Pois eu sabia que ias tentar ligar. Não quis saber. E deitei-me.
Umas horas depois, vencido pela curiosidade e pela calmaria que o silêncio e o tempo me trouxe, liguei o telemóvel...De facto tentaste-me ligar...diversas vezes...demasiadas. De seguida, uma mensagem...uma mensagem que não esperava receber, pela forma que me descreveste as coisas. Foi assim:

Morri...
*Porque me disseste que morri....
Porque embora tu fizesses aquilo que te pedi por tudo para não fazeres....
Porque perdi o meu amor e a confiança
Porque queria ser feliz contigo e estávamos tão próximo de conseguir o que queríamos....
Porque acreditava que eras Tu...
E tu dizes que morri....
Juras pela tua sobrinha ( que eu adoro) que não me queres voltar a ver
Pões uma criança que nada tem a vver com este assunto nesta conversa
Para me ferires ainda mais do k já me estás a ferir ??
COração de Leão?
Coração de Gelo!
Como consegues ser assim?
Ligo vezes sem conta mesmo depois de teres dito que morri
SIm ! Porque eu Amo-te de Verdade!
E tu ignoras-me! Como Sempre!
Peço-te em Vão
è mais importante satisfazer os caprichos de quem faz mal do que respeitar quem te faz bem!
É tão difícil entenderes?
Choro porque me cravas facas nas costas
Porque se a minha desilusão com certas pessoas já era o que era... então dás mais alimento a que me magoem mais
E não sabes parar
Não sabes ver com olhos de ver
Não Ves o quanto me magoas???
e agora desistes????
E ainda colocas a culpa em cima dos meus ombros só pk não soubeste respeitar o k eu te pedi?
A tua mulher te pediu?

Lembro-me de ficar vazio. Todo eu ficou vazio naquela altura. De certa forma, tinhas razão. Eras a pessoa que estava ao meu lado. Eras a minha mulher. Se calhar exagerei. Mas nunca deverias ter trazido a minha sobrinha para a conversa. E liguei-te. Atendeste-me de forma fria. Eu fiz o mesmo. Cada um puxava o orgulho para seu lado. Ninguém dava o braço a torcer. Queixaste-te de que te desliguei o telemóvel. Queixei-me de que não tens o direito de mencionar o nome da minha sobrinha numa discussão nossa. E ficámos calados. No meio do silêncio, soltamos um "desculpa". Vesti-me, e fui ter contigo. Amámo-nos o resto da noite. Como se não tivesse acontecido nada. Mais uma vez...

Saberes

E é o saberes que sou coração mole, que gosto de ti, que não te sei dizer que não, que vou onde me pedires para ir, que faço o que me pedires para fazer, que te digo o que me pedires para dizer. E no fim, é o aproveitares-te dessa minha bondade para teu próprio proveito, quer estejas mal, doente, triste, sozinha, etc. E eu quero parar de ser assim...e vou parar de ser assim, porque se eu te perdi, então também vais saber o que é perder-me!

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Sei que me vais virar do avesso
Se eu te disser foi em mim que apostei.
Não, não é nada que me rale
Mesmo que me faças mal.
Do avesso eu te direi:
O teu mal faz-me tão bem!

True Love...

True love does not come by finding the perfect person, but by learning to see an imperfect person perfectly.

Quero-te...

Divertida, inteligente, independente, perspicaz, confiante, marota, sensual, meiga, forte, frágil, cheia de classe, descontraída, desportista, provocante, tímida, atrevida, sábia, fiel, apaixonada, quente, de beleza discreta, de cabelo cuidado, longo, peito firme, mãos femininas, barriguinha pequenina e suave, cintura esguia, anca larga só o suficiente para que a curva que vem da cintura seja sexy, nádegas redondas e saudáveis, pernas longas e em forma, e pés bonitos...
E posso-te querer assim à vontade, porque já sei que no fim, aparece uma que não és tu, vinda não sei de onde, que estraga tudo...

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Mulher perfeita

A minha mulher perfeita, não é perfeita. Se a acho perfeita, é porque tem defeitos, os defeitos que eu preciso que ela tenha, os defeitos que vou achar deliciosos, os defeitos que a fazem perfeita para mim...

Ser criança...

Quero voltar a ser miúdo... e conhecer-te, quero que te apaixones por mim, tanto como eu me apaixono por ti, não sei se quero isso a saber o que sei hoje, acho que lhe tira a graça, a ignorância da juventude é que lhe dá graça...
quero ser miúdo, ter-te para mim e ser livre... quero levar-te a passear por todo o lado, sem fronteiras, sem pensar e sem dificuldades, sem perigos, só sorrisos... sem que o Mundo dê por nós, quero que o Mundo viva a sua vida enquanto nós escolhemos por onde queremos passar, e onde queremos pernoitar, se quisermos dormir... quero voltar a conhecer as cores como miúdo e mostrar-tas, olhar para ti, deitado na areia e ver o teu sorriso com o Sol como fundo... quero abraçar-te, e dar-te, o teu e meu, primeiro beijo, quero que sejas a primeira a ouvir-me dizer que gosto, que gosto tanto de ti e que nunca mais vou gostar de ninguém, quero entregar-te a minha virgindade, enquanto recebo a tua, não quero olhar nunca mais para ninguém, quero ser orfão e sem familia, e quero o mesmo de ti, não quero ninguém à nossa volta, não quero amigos, nem conhecidos, quero que todas as pessoas e tudo o que nos rodeia sejam só cores e sons... quero-te para a minha vida toda, quero aprender só contigo, quero ensinar-te só a ti... e que tudo o que não soubermos não nos faça falta...

terça-feira, 30 de Junho de 2009

Esquecer

"Esquecer uma mulher inteligente, custa um número
incalculável de mulheres estúpidas."

António Lobo Antunes

Pergunto-me

Pergunto-me se ele verdadeiramente te conhece,
Se, como eu, alguma vez
Viu nos teus olhos a sombra perfeita
De mais um dia que anoitece.

Pergunto-me se ele sabe tocar-te,
Se os seus dedos, como os meus,
Fazem música no teu corpo,
Se os seus silêncios sabem cantar-te.

Pergunto-me se ele te abraça,
Se, como eu, te envolve em segurança,
E fala com o teu coração enquanto dormes,
Se o sossega com o seu jeito,
Para que sonhes tranquila,
Para que não acordes.

Pergunto-me se ele te ama com loucura,
Como eu sempre te amei,
Se por ti vive sequer um segundo,
Se és para ele maior do que o mundo,
Se conseguiu dar-te, até hoje,
Tudo o que apenas num beijo eu te dei.

O que adorei...

Adorei a noite em que o teu pé procurou o meu,
Adorei a manhã em que te deitaste nas minhas costas e por ali ficaste, quieta...
Adorei sempre que te enroscaste,
Adorei os sabores e as cores das tuas comidinhas,
Adorei as tuas cores...
Adorava quando olhava para ti e acreditava do fundo do coração que eras para mim...

Saudades de ti, do calor que passava da tua pele para a minha, quando nos tocávamos,
Saudades de te ter nos meus braços,
Saudades das refeições que fizeste para nós, dos toques especiais que lhes davas por gostares de mim...
Saudades dos cuidados que tinhas comigo...
Saudades de me preocupar contigo,
Saudades de partilhar contigo e de te tentar proteger...
Saudades de estar contigo em casa,
Saudades de estar numa divisão e ouvir-te na outra, de deixar o que estava a fazer para te ir dar um abraço, um beijo e dizer-te que gosto tanto de ti...

Fazias-me tanto sentido, tudo contigo me fazia tanto sentido, tantos sinais, tudo tão certo, sentia-me só, de uma maneira boa, quando estava contigo, porque para mim éramos só um... sentia-me em casa, quando entravamos em casa...
Acreditei que contigo é que era, olhava para ti e derretia-me, queria estar abraçado a ti o resto dos meus tempos... como pode o meu instinto acertar em tantas banalidades e enganar-me tanto no que é mesmo importante??

A vida foi-me endurecendo, não dei por isso... parece que fomos mesmo uma etapa nos nossos caminhos... que profunda tristeza...
Como é que poucos dias podem parecer uma vida inteira?
Vivi contigo os dias ideais, os dias que partilhei contigo foram dias que não sabia existirem...
vou continuar a gostar de ti, por tudo o que me deste e mostraste, por tudo o que conheci contigo...
complicaste a minha vida, daqui para a frente vai ser tudo mais complicado, só porque tu elevaste demasiado a fasquia...
Quem me dera esquecer-me de que já não és para mim...
Que o resto da tua vida seja sempre como tu quiseres
xxx

...

E é como quando pensas que estás a chegar, e não deste um passo.