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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Saudades...

"Saudade é deitar-nos completamente exaustos, exaustos de pensar em alguém. E quando a noite finalmente acaba e o sol entra de novo pela janela do quarto fazendo-nos lembrar de imediato o mesmo nome, sabemos que o que sentimos continua a ser isso...Saudade. Como é que sabemos? – perguntaria alguém. Sabemos porque adormecemos com uma dor física não identificada situada algures entre o coração e o estômago, acompanhada de um vazio característico. Sabemos, porque mal abrimos os olhos de manhã, e já andamos à procura do telemóvel, na esperança de encontrar uma mensagem (nem que esta se resuma a um simples “bom dia”, seguido de um beijo gráfico). E caso ainda nos reste algum tipo de dúvida, confirmamos que de facto são saudades, quando este mesmo ritual de verificação se repete compulsivamente umas sessenta vezes ao longo do dia, transformando o telemóvel numa espécie de bem de primeira necessidade.

Saudades...É procurar-te na minha vida
e não te encontrar durante dias seguidos e
horas intermináveis. Saudades...foi o que
deixaste. Tenho tantas saudades tuas..."

Visto aqui

...

"...Para mim nao passas de um rapazinho muito parecido com cem mil rapazinhos. E nao preciso de ti. E tu tambem nao precisas de mim. Para ti sou apenas uma raposa semelhante a cem mil raposas. Mas, se me cativares, teremos necessidade um do outro. Para mim seras unico no mundo. E eu serei para ti unica no mundo..."

Em O Principezinho

domingo, 19 de julho de 2009

Margarida Pinto ft Pac - Aviso-te



Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Pacman:
yo, yo, yo
Fica esperta
Sei que tu sabes
Que eu sei
Que tu sabes bem
Falo a sério quando digo
Que não dá para ir mais além
Já tentámos o que havia para tentar
Até à exaustão
Esgotei toda a minha dor
Muito para lá de qualquer razão
Dá-me 1 minuto amor
Vou arrumar as minhas cenas
Fazer a minha mala com muita calma
Pôr-me a milhas dos nossos problemas
Falta-me o ar não consigo respirar
Isto está-me a matar
A pouco e pouco há tempo de mais
Tempo de mais para inventar
Mais uma história
(Margarida Pinto) Pensa bem
Yo, já pensei
Faltam-me um argumento
Para um final feliz
Tudo o que eu sempre quis
Era construir de raiz
Um amor que te obrigasse
A pedir de joelhos
Para sempre bis
Não foi suficiente para mim
(só eu sei)
Cada vez se torna mais claro
Teu problema reside numa morada
(só eu sei)
Onde eu já não páro

Não foi suficiente para mim
(só eu sei)
Cada vez se torna mais claro
(só eu sei)
(2 x's)

Yo, fica esperta

Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Margarida Pinto:
Tens uma história, amor
Dessas que trazem um cheiro que não é meu
Sabes que eu sei, tu sabes que eu sei
Tu sabes bem
Por onde andaste e com quem
Já pensei
Faltam-me argumentos p'ra um final feliz
Tudo o que eu sempre quis
Foi ter-te sempre aqui
Falta-te o ar, tu faltas-me a mim
Só eu sei tudo que te dei
Por quanto mudei e o que deixei por ti, amor
A pouco e pouco há tempo de mais
Pra, pra inventar um motivo mais
Pra tu ficares
Mas se não dá mais
Fica bem, Pensa bem

Pacman: yO, já pensei

Refrão:
Pensa bem como vai ser
Este é o último aviso
Que eu te vou fazer
Podes escolher
És livre mas...
Deixas o caminho aberto
Para alguém entrar

Poesia - Ainda te amo...

Conta-me a história que me contaste uma vez,
Tento recordá-la quando surgem os porquês
Naquela altura a lua trazia-me mais certeza.
O tempo vai passando mas não muda a tristeza,
Quero ouvir de novo as palavras que sussurraste,
Relembrar-me dos segredos que me confiaste.
Eu continuo o mesmo, mesmo quando tu me ignoras,
Será que hoje em dia tu por mim ainda choras.
A inocência que me davas era singular,
Não sei qual foi de nós o primeiro a mudar,
Fazes-me visitas mas só temporáriamente,
Quem me dera que voltasses e ficasses para sempre.
Mas muitas vezes a tua vontade é pouco certa,
Á noite são esperanças, deixo a porta mais aberta.
O que é que se passou connosco? Diz-me, por favor!
Não é por acaso que ainda te trato por amor.
Porque é que não percebes que estou a ficar mais fraco?
Se não me queres dar um beijo, dá-me ao menos um abraço.
E diz-me que está tudo bem como antigamente,
Quando passávamos tardes a olhar frente a frente.
Eu sei que posso ser ingrato naquilo que escrevo,
E que as minhas atitudes só reflectem o meu medo.
De te perder e te ver sem poder tocar
Mas por mim podias tentar voltar a acreditar.
O que é que não gostas em mim que eu não posso mudá-lo?
Tenho esse poder mas não sei utilizá-lo
Tenho uma só razão para que a vida seja bela
Apartir da meianoite olha para a minha janela...

(Conta-me a história mais linda)
Conta-me a história mais linda!
(Que me contaste uma vez...)
Que me contaste uma vez!
(Em voz baixa conta ainda)
Em voz baixa sussurrando-me no ouvido
(Que pode ser a ultima vez)
Pode ser a ultíma vez!

A saudade aperta e não dá para ignorar
A dor fica cá dentro como uma ferida por sarar.
Eu hoje recordo bons momentos que contigo passei
Mas a tua partida foi algo que nunca imaginei.
Mesmo com o tempo passando os sentimentos são iguais
Se calhar quando desabafei já foi tarde demais
Faço da solidão meu companheiro diáriamente
Quando sonho que voltaste e ficaste para sempre
Quando partiste simplesmente ficou um vazio cá dentro
Mas nem mesmo a distancia mudou o meu sentimento.
Semanas e dias parecem eternos
Quantas lágrimas ficaram nas folhas destes cadernos.
Houve tanta coisa que ficou por dizer
Duvido que compreendas aquilo que me faz mais sofrer
A mágoa que carrego cá dentro sempre comigo
Dava tudo para voltar a rever o teu sorriso
Se calhar tenho culpa por ter sido tão calado
Mas tinha medo de tentar e sair mais magoado
És tudo para mim, fonte da minha inspiração
Tudo aquilo que sonho, talvez uma simples ilusão.

(Conta-me a história mais linda)
Conta-me a história mais linda!
(Que me contaste uma vez...)
Que me contaste uma vez!
(Em voz baixa conta ainda)
Em voz baixa sussurrando-me no ouvido
(Que pode ser a ultima vez)
Pode ser a ultíma vez!

Houveram tantas coisas que ficaram por ser ditas
Tantas lágrimas que chorei em forma de tinta
Olho-te com a mesma paixão que te olhava de antes
Para ti já fui eterno mas apenas por instantes
Durante meses seguidos, foste tu a minha musa
Mas o medo de te perder é o que mais me assusta
Ao me lembrar de ti ganho forças para lutar
Encarar a vida injusta que tenho de enfrentar
Se te desiludi peço desculpa, mas é estranho
Não imaginas nem metade do amor que tenho
És o ponto final que termina as minhas tardes
O ponto de exclamação que dá vida ás minhas frases
Adormeço a pensar em ti, acordo contigo no pensamento
Imaginando que regressas a qualquer momento
A esperança não morre quando acordo a fantasia
Reencontrar-te outra vez era tudo o que eu queria
Se soubesses tudo aquilo que eu fiz por tua causa
A forma é diferente mas a alma é a mesma
Estás sempre calada mas eu estendo-te a mão
E por momentos passo para outra dimensão
Para um mundo diferente que um dia sonho encontrar
Ter-te do meu lado sempre que eu precisar
Nos momentos dificeis estejas lá para me apoiar
Mas a esperança que guardo é o que me faz acreditar
Num mundo que não me aceita por muito que eu tente
És o meu refugio, carinhosa e sorridente
Se te perder só espero que me encontres um dia
Mas até lá, ainda te amo...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Amizades...?

O que leva a as pessoas a quererem criar amizades?
Virem ter connosco para falarem sobre algo, meterem conversa sobre qualquer coisa só para quebrar o gelo. Falamos de coisas básicas, de coisas simples, para começar a apalpar terreno. Vêm as perguntas mais pessoais, que se responde sem problemas. Depois, coisas mais íntimas...relações passadas. Começamos a conhecer a pessoa mais um bocadinho. Começamos a gostar. Do outro lado, o sentimento parece ser mútuo. Passam-se dias, sempre a conversar quando há hipótese. A conversa flui normalmente, rimos, brincamos, desabafamos.
E de repente...num dia mais à frente, a conversa acaba. Já não se fala quando se tem hipótese. Ficamos a pensar que está ocupado/a. Ok. Falamos nós, e do outro lado só vêm respostas monossilabicas. Sim, nao, lol, ok, etc... Perguntamos se está tudo bem, temos a confirmação que sim. Ok, deve ser um dia mau. Passam-se mais dias, e a atitude é sempre a mesma. Até que se deixa de falar.
E no fim, pensa-se...então...mas porque raio veio falar comigo no início? Foi alguma coisa que eu disse? Perdeu o interesse de repente? O quê?
Enfim...mais uma suposta amizade, que não o é. Mais um "engano".
Cobardia...

domingo, 12 de julho de 2009

Destino

"Que estranho destino é o meu que apenas me consente paixões ardentes e me faz esgotar em amores improváveis"

terça-feira, 7 de julho de 2009

Kate Nash - The Nicest Thing



All I know is that you're so nice
You're the nicest thing I've seen
I wish that we could give it a go
See if we could be something

I wish I was your favourite girl
I wish you thought I was the reason you are in the world
I wish my smile was your favourite kind of smile
I wish the way that I dressed was your favourite kind of style

I wish you couldn't figure me out
But you always wanna know what I was about
I wish you'd hold my hand
When I was upset
I wish you'd never forget
The look on my face when we first met

I wish you had a favourite beauty spot
That you loved secretly
'Cause it was on a hidden bit
That nobody else could see
Basically, I wish that you loved me
I wish that you needed me
I wish that you knew when I said two sugars,
Actually I meant three

I wish that without me your heart would break
I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake
I wish that without me you couldn't eat
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep

Look, all I know is that you're the nicest thing I've ever seen
And I wish that we could see if we could be something
Yeah I wish that we could see if we could be something

(nunca foi minha intenção colocar músicas aqui...mas depois de me terem apresentado esta música, que não páro de ouvir, tive de coloca-la e partilhá-la convosco. Os meus agradecimentos a S.*)

domingo, 5 de julho de 2009

Tenho saudades...

...de chegar a uma mulher, meter as minhas mãos na suas cintura, puxá-la contra mim, bem juntinhos, poder abraçar e indo subindo e descendo as mãos pelas suas costas, enfia-las por debaixo da roupa, sentir cada contorno do seu corpo, enquanto os meus lábios encontram o seu pescoço, levantando bem devagar a roupa, ao mesmo tempo que vou admirando, tocando, calmamente, sem pressas, ocupar a sua boca com a minha, enquanto ela tira a minha roupa, sentir o corpo quente dela encostado ao meu, sentir o bater do seu coração, sentir cada respiração, sem barulho...pegar nela suavemente e deitá-la, e começar a fazer um amor bom, a gozar cada gemido e cada movimento, olhar bem nos olhos, dizer o que vai na alma sem sequer abrir a boca, demonstrar todo o meu sentimento em todos os movimentos, em cada olhar, em cada beijo, sem perder cada sensação do seu corpo debaixo do meu, cada curva, sentir todo o calor que emana de nós os dois, parar por breves instantes para apreciar a sua beleza, dizer-lhe tudo simplesmente a sorrir...recomeçar bem devagarinho, sem nunca acelerar, gozar cada sensação que ela me dá, cada toque de mãos que faz no meu corpo, cada unha a arranhar as minhas costas, aguentar sempre que estiver quase lá, para depois voltar a prolongar mais um bocadinho, até não aguentar mais, terminado com um orgasmo que nos deixa sem ar, de boca seca, sem saber onde estamos...terminando com ela a deitar a cabeça no meu peito, braço á volta dela, festinhas na cabeça, beijo na testa, e adormecer ali com um sorriso nos lábios...

sábado, 4 de julho de 2009

Li algures...

Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amor não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas e começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio do vão. Depois de um tempo aprendes que o sol queima se ficares exposto por muito tempo.... e aprendes que não importa o quanto te importes, algumas pessoas simplesmente não se importam.... e aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando e tu tens que perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podes fazer coisas num instante das quais te arrependerás para o resto da vida.
Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida mas o que és na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendemos que não temos de mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam; percebes que tu e o teu amigo podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos....
Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti, muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pois pode ser a última vez que a vemos. Percebes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros mas com o melhor que tu próprio podes ser. Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres ser e o tempo é curto.
Aprendes que não importa onde chegaste mas onde vais, mas ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação porque existem sempre dois lados. Aprendes que heróis são aqueles que fizerem o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que a paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te calque quando cais é uma das poucas que te ajuda a levantar.
Aprendes que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas, do que quantos aniversários celebraste. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse. Aprendes que quando estás com raiva, tens todo o direito de estar com raiva mas isso não te dá o direito de seres cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que esse alguém não te ama, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti próprio, aprendes que com a mesma severidade com que julgas serás em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores, e aprendes que realmente podes suportar....que realmente és forte, e podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais.
E que realmente a vida tem valor e tu tens valor diante da vida!!